Congresso da Liga de Leigos Luteranos do distrito Rio Doce em Colatina ES

No dia 03 de Setembro de 2017, na Congregação Evangélica Luterana Jesus Senhor de Honório Fraga, Colatina – ES, aconteceu o XXV Congresso da Liga de Leigos Luteranos do Distrito Rio Doce. Foi um dia muito abençoado, pois mais de 100 leigos participaram do congresso. Foram duas palestras edificantes para os presentes, o Rev. Dario Figur palestrou sobre o tema ” Leigos Luteranos, na missão”. A segunda palestra ficou por conta do Presidente da Liga de Leigos Luteranos da Região Sudeste, Juliano Schneider Belz que falou sobre o tema, ” Leigos e Pastores Juntos e Motivados no trabalho da igreja, pois somos Herdeiros da Reforma. Foi eleita a nova diretoria, presidida pelo Sr. Fábio Broseguine.

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ACIDENTE TRÁGICO, ENTRE AS VÍTIMAS UM IRMÃO NA FÉ, OREM PELOS FAMILIARES!

É com pesar que nós como representantes  da  3LB, comunicamos este trágico acidente que ceifou  várias vidas, entre elas nosso jovem irmão na fé Gabriel Couto e sua noiva Marília. O Gabriel era membro da Congregação de  Campinho,  filho do pastor Roberto Couto  e  sobrinho  do  pastor  Gilmar Degen e Gilvan Degen,  tesoureiro do Distrito Verdes Vales. Oremos  ao  nosso  Deus  para que conforte os corações enlutados que sofrem a amarga dor de uma “separação”. Que o consolo venha da certeza que todos nós podemos ter, de que esta separação  é  apenas  temporária  pois,   “Disse  lhe  Jesus:  Eu sou a ressurreição e a vida. Quem crê em mim, ainda que morra, viverá;” João 11.25. http://www.gazetaonline.com.br/noticias/sul/2017/09/acidente-na-br-101-prf-confirma-11-mortos-e-tres-feridos-graves-1014098818.html

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A CAMINHO DOS 500 ANOS – MELANCHTHON

Um dos grandes “leigos” da Reforma – Melanchthon   A Reforma foi realizada somente por Lutero? A história mostra que não. Antes de Lutero há alguns personagens muito importantes, como John Huss, John Wyclif, Jerônimo Savonarola, entre outros. Todos os citados eram também sacerdotes. Mas será que há também algum leigo que se destacou nesse processo? Antes de respondermos a essa pergunta, é conveniente explicar o que significa para nós, luteranos, o termo “leigo” da nossa sigla (LLLB), o segundo “L”. O termo “leigo” vem de Laikós, que quer dizer “do povo”. E, nesse sentido, refere-se aos membros de uma congregação como povo de Deus.Assim, todo pastor é um leigo, mas nem todo leigo é pastor. De uma forma geral, o termo é usado para aquele que não é sacerdote (pastor). Voltando à pergunta, se há algum leigo na Reforma,

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A CAMINHO DOS 500 ANOS – QUANTAS TESES SERIAM NECESSÁRIAS HOJE?

QUANTAS TESES SERIAM NECESSÁRIAS HOJE?   Homens falíveis e imperfeitos, utilizados pelo Espírito Santo de Deus para resgatar e aprofundar os ensinamentos bíblicos fundamentais. Talvez poderíamos resumir assim, em poucas palavras, a história da Reforma e dos reformadores. Pensar nos acontecimentos do século XVI não é tão simples e fácil. Precisamos cuidar para não endeusar os reformadores nem a Reforma.  Por outro lado, temos um compromisso com a história: o passado, o presente e o futuro. Por isso a necessidade de relembrar e proclamar a Reforma luterana e sua mensagem, que reflete o ensinamento da Palavra de Deus, aos dias de hoje. A natureza humana continua a mesma, submersa em pecado. Os problemas teológicos e espirituais costumam repetir-se na vida da Igreja, de tempos em tempos. Tenho a impressão que se avolumaram e que novas reformas são necessárias.A Igreja e

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A CAMINHO DOS 500 ANOS – VIAGEM A ROMA E DOUTORADO DE LUTERO

Viagem a Roma e Doutorado de Lutero   Para todo bom católico da época de Lutero, uma viagem a Roma seria algo maravilhoso, seria a grande oportunidade de ver os “santos túmulos” dos apóstolos, bem como conhecer a cidade “mais santa” de toda a cristandade. Para Lutero, essa viagem teve uma grande importância. Mas ao invés de ficar admirado com a “santidade” de Roma, ele inquietou-se com o que estava acontecendo dentro da Igreja daquela época. O motivo da viagem foram questões relativas à Ordem dos Agostinianos. Alguns queriam reformas na Igreja, outros não. Por causa destes apelos, Lutero acompanhou um delegado do mosteiro de Erfurt. Os dois foram a pé, em novembro de 1510. Na viagem, Lutero adoeceu, a água fez-lhe mal, causando-lhe problemas intestinais (DREHER, 2014, p. 57, 58). No fim do ano chegaram a Roma; ao avistar

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A CAMINHO DOS 500 ANOS – LUTERO COMO MONGE

LUTERO COMO MONGE   A decisão de Lutero de ir para o mosteiro não foi muito bem aceita pelas pessoas que o rodeavam. Quando ele contou aos seus amigos, num primeiro momento não acreditaram, depois tentaram fazê-lo desistir da ideia. Mas ele permaneceu firme em seu propósito e no dia 17 de julho de 1505, Lutero entra no convento dos agostinianos em Erfurt (JUST, 2003, p. 49). Da família, Lutero também não tinha apoio para a decisão. Tempos depois, o pai de Lutero foi visitá-lo no convento e, numa conversa onde outros elogiavam esta decisão, ele afirmou: “Queira Deus que isso não seja um engano ou ilusão diabólica” (JUST, 2003, p.49). Também, em alguns momentos, lembrou-o do quarto mandamento, frisando que não se devia desobedecer à vontade dos pais. Quando Lutero havia recebido o título de mestre em Artes, o

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A CAMINHO DOS 500 ANOS – MARTINHO LUTERO

MARTINHO LUTERO – Infância e Estudos   Martinho Lutero era filho de Hans Luther (João Lutero), mineiro por profissão, nascido no campo, e Margaretha Luther (Margarida Lutero). Nasceu no dia 10 de novembro de 1483. Lutero veio de uma família em ascensão social. Seu avô era lavrador, seu pai progrediu na área da mineração e se tornou um pequeno empregador. Lutero foi o primeiro da família a tornar-se um acadêmico. No dia após o nascimento (11 de novembro), Martinho foi batizado e recebeu o nome do santo do dia: São Martinho. O sobrenome deriva do nome “Lothar” ou “Lotário”, um dos imperadores alemães medievais, e poderia ser escrito nas variantes “Luder” ou “Lüder”. Somente a partir de 1518 que o reformador passou a assinar “Martinus Eleutherius”, de onde derivou a grafia “Luther”/“Luthero”/“Lutero”. Houve uma mudança do “d” para o “t”

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A CAMINHO DOS 500 ANOS – JERÔNIMO SAVONAROLA

JERÔNIMO SAVONAROLA   Antes de chegarmos à história de Martinho Lutero, quero convidar você, caro (a) amigo (a), para conhecermos um pouco de um homem chamado Jerônimo Savonarola. Queremos ver como este personagem ajudou a levar pessoas a lembrarem que somos dependentes de Deus. Savonarola nasceu no ano de 1452, em Florença, na Itália. Seu avô paterno era conhecido por sua retidão moral, e isso fez com que Savonarola, ainda jovem, se juntasse à ordem dos Dominicanos. Ele foi mestre de estudos no convento em Bologna. Anos depois, foi convidado pelo senhor da cidade de Florença, Lorenço de Médicis, a voltar para lá e ser professor no convento daquela cidade. Primeiramente fazia preleções sobre as Escrituras no jardim do convento. Mas as pessoas começaram a gostar muito do que ele falava e tiveram que encontrar um lugar com mais espaço;

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