LLL em AÇÃO SOCIAL

 

 

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“Tenho dito: “Estou rodeado de pessoas boas”! E destaco a solidariedade dos Leigos LUTERANOS DA REDENÇÃO da cidade de Pelotas/RS. Fizeram uma gincana e uma das tarefas foi trazer fraldas geriátricas para o trabalho da Capelania Hospitalar! E cumpriram muito bem o desafio. PARABÉNS! Cerca de 150 pacotes ! Em torno de 1400 fraldas!!! Que coisa bonita essa solidariedade! Deus os abençoe, cuide e anime a continuar fazendo o bem. “Nós amamos porque Deus nos amou primeiro” 1 Jo 4.19″ (Palavras do Pr. Adelar Munieweg – Capelão Hospitalar em Pelotas/RS e Conselheiro da LLLB Nacional)

Ótima ideia e um belo exemplo!!! A LLL da CEL da Redenção de Pelotas/RS em Ação Social demonstrando amor na prática em prol daqueles que necessitam.

Que Deus continue abençoando aos Leigos para que continuem sendo fontes de bênçãos aos necessitados. Parabéns pela iniciativa e realização!!!

CONVIDAMOS a todos os LEIGOS do nosso imenso Brasil, a nos enviar seus trabalhos, suas ações, suas recreações, registros dos vossos congressos, encontros, reuniões… para que possamos divulgar o que vocês tem feito.

O material deve ser encaminhado ao e-mail: secretaria.executiva@lllb.org.br 

Deus abençoe a todos!!!

 

CAMINHANDO COM LUTERO V

 

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Caminhando com Lutero V

Jerônimo Savonarola ( 1452 – 1498)

“Nestes dias, prelados e pregadores estão acorrentados à terra pelo amor às coisas terrenas. O cuidado pelas almas não é mais sua preocupação. Estão contentes com sua renda financeira. Os pregadores pregam para agradar os príncipes e serem louvados por eles. Fizeram pior que isso. Não só destruíram a igreja de Deus, mas construíram uma nova igreja segundo seu próprio padrão”. Jerônimo Savonarola

             Jerônimo Savonarola nasceu em 21 de setembro de 1452 em uma das mais importantes cidades da Itália – Ferrara, na época uma das cortes mais importantes do país, com cerca de 100.000 habitantes. Filho de Niccolo e de Elena Savonarola, Jerônimo foi o terceiro dos sete filhos do casal.

             Seu avô paterno era um famoso médico na corte do duque de Ferrara e os pais de Jerônimo planejavam que o filho ocupasse o lugar do avô. No colégio, era aluno dedicado. Mas os estudos da filosofia de Platão e de Aristóteles, deixaram-lhe com a alma sedenta. Foram sem dúvida os escritos de Tomaz de Aquino que mais o influenciaram (a não ser as próprias Escrituras) a entregar inteiramente o coração e a vida a Deus. Quando ainda menino, tinha o costume de orar e, ao crescer, o seu ardor em oração aumentou. A decadência da igreja de então, cheia de vícios e pecado, o luxo e a ostentação dos ricos em contraste com a profunda pobreza dos pobres, magoavam-lhe o coração.   Realmente ele estava desapontado e  cansado de presenciar injustiças e perversidades que o cercavam, coisas que não podia remediar. Ele começou a pensar em dedicar-se à vida monástica.

            Em 1474, quando em uma viagem a Faenza, ouviu um sermão, proferido por um padre agostiniano, e resolveu renunciar ao mundo, incorporando-se à ordem dominicana na Bolonha, sem o conhecimento de seus pais.

            Ao apresentar-se no convento, não pediu o privilégio de se tornar monge, mas rogou que o aceitassem para fazer os serviços mais vis, da cozinha, da horta e do mosteiro.

            Na vida do claustro, Savonarola passava ainda mais tempo em oração, jejum e contemplação perante Deus. Alguns historiadores afirmam que ele cobrepujava todos os outros monges em humildade, sinceridade e obediência, sendo designado para lecionar filosofia, posição que ocupou até sair do convento.

             Depois de passar sete anos no mosteiro de Bolongna, frei ( irmão ) Jerônimo foi para o convento de São Marcos, em Florença. Grande foi o seu desapontamento ao ver que o povo Florentino era tão depravado como os dos demais lugares.

            Ao completar um ano no convento de São Marcos, foi nomeado instrutor dos noviços e, por fim, designado pregador do mosteiro. Apesar de ter ao seu dispor uma excelente biblioteca, Savonarola utilizava-se cada vez mais da Bíblia como seu livro de instrução.

 A situação da Igreja de então

            No final do século XIII, a Igreja atingiu o seu ápice administrativo, em riqueza e em poder. Após essa situação, podemos observar um rápido declínio na Igreja Católica Romana, tanto de poder como de moralidade.

            Uma causa importante que contribuiu para o declínio moral da Igreja foi a idéia comum que atingiu a administração e que levará a ruína qualquer organização pública — “…a de que a instituição existe para o benefício daqueles que conduzem os seus rumos”(Palmer e Colton, A History of the Modern World, p. 44).  O declínio na moralidade começou com a instituição do papado e rapidamente atingiu todos os ramos e aspectos da Igreja Católica. Assim era a situação da Igreja durante a vida de Savonarola.

            Em toda a parte onde Savonarola pregava, seus sermões contra o pecado, produziam profundo temor. Os homens mais cultos começaram então a assistir às pregações em Florença; foi necessário realizar as reuniões na Duomo, famosa catedral, onde continuou a pregar durante oito anos.

            Contudo, o sucesso de Savonarola foi muito curto. O pregador foi ameaçado, excomungado e, por fim, no dia 23 de maio de 1498, por ordem do Papa, foi enforcado e queimado em praça pública. Com as palavras: ” O Senhor sofreu tanto por mim ! “, terminou a vida de um  dedicado homem de Deus.

SAVONAROLA – UM PRÉ REFORMADOR?

            Um ponto aparentemente pacífico, mas que clama por uma reflexão, é a classificação de Savonarola como um reformador ou pré-reformador. Savonarola foi um reformador no sentido de que ele batalhou por pureza moral e lutou contra os males sociais de seu tempo. Com relação à igreja, ele conclamava a uma mudança de costumes e práticas. Na esfera política e legal, ele também foi um reformador pois teve o papel principal no estabelecimento de uma nova forma de governo na cidade de Florença, consideravelmente distinta da anterior.

             Savonarola, entretanto, segundo alguns pesquisadores, não pode ser considerado um pré-reformador ou mesmo um reformador eclesiástico no sentido em que o termo tem sido aplicado a Huss, Wicliff e Lutero.             No estrito senso da palavra, um reformador deveria ter contribuído de alguma maneira para o restabelecimento das doutrinas bíblicas, ter tido parte ativa na remoção do entulho das tradições humanas que soterraram as verdades da Palavra de Deus. A questão de restauração doutrinária excede à demonstração de um mero zelo moral e sociológico que se apresentam como as características principais de Savonarola. Ela excede até a expressão de intensa sinceridade pessoal, que ele possuía.

            É verdade que o frade de Florença é freqüentemente apresentado por seus biógrafos como sendo exatamente um reformador. Uma enciclopédia biográfica o descreve como “… um reformador antes da Reforma”.(Savonarola, Girolamo, em Appleton’s Cyclopaedia of Biography. N. York: D. Appleton and Co., 1856, p. 1058).

            Um historiador da Reforma do Século XVI chama Savonarola de “precursor da Reforma” ( George Park Fisher, The Reformation . N. York: Charles Scribner’s Sons, 1916) p. 53. O exame mais apurado de suas pregações, entretanto, revela realmente o desejo de uma reforma moral, mas não doutrinária. Nesse sentido ele não tem paralelo aos reais reformadores.

            Ele não assumiu para si o direito de examinar doutrinas mas limitou seus esforços à restauração da disciplina, à reforma da moralidade do clero, a chamar os padres, bem como os demais cidadãos, à prática dos princípios do evangelho.

            Lutero, comparativamente, também mostrou preocupação quanto aos males morais, mas foi à raiz dos problemas e realizou uma reforma doutrinária que afetou a estrutura completa da Igreja Católica. Na visão de Lutero, a Igreja deveria retornar à pureza doutrinária dos dias dos apóstolos. As reformas morais foram uma conseqüência inevitável dessa ênfase, mas não subsistem como causa perene de mudanças. A própria Igreja Católica teve em seus quadros homens de intensa sinceridade e desejo de reforma moral, mas que conviveram pacificamente com os erros doutrinários, como Erasmo de Roterdã.

            Para fazer justiça à sua memória, devemos registrar que no final de sua vida ele escreveu um folheto sobre o Salmo 51 no qual se aproxima consideravelmente da doutrina bíblica (e protestante) da justificação pela fé, mas aí ele já não exercia tanta influência e no máximo o trabalho registra a sua postura pessoal perante essas verdades. Lutero publicou este folheto com um prefácio elogioso. ( Fisher, The Reformation, 53)

            Mesmo sem ter iniciado ou tentado iniciar uma reforma doutrinária, os méritos de Savonarola são consideráveis:

– Ele se dissociou da estrutura hierárquica da Igreja Católica Romana e levou consigo aqueles que se colocaram sob sua influência.

– Separando-se da Igreja, naquele época e situação, ele se preservou da contaminação gerada pela corrução e males morais presentes em diversos locais.

– Por utilizar a Bíblia como fonte primária de suas pregações, em vez da tradição da Igreja, ele transmitiu muitos ensinamentos da Palavra aos florentinos, desenvolvendo uma forma eficaz de exortação a uma vida moral.

            Podemos até mesmo dizer que Savonarola reconheceu problemas na Igreja e os identificou corretamente, mas não providenciou ou não conseguiu providenciar as respostas que a Igreja realmente precisava.

Pr. Adelar Munieweg

Conselheiro da Liga de Leigos Luteranos do Brasil

BIBLIOGRAFIA:

GONZALEZ, Justo L., Uma história ilustrada do cristianismo, Vol. 5, Editora Vida Nova.

George Park Fisher, The Reformation . N. York: Charles Scribner’s Sons, 1916

Savonarola, Girolamo, em Appleton’s Cyclopaedia of Biography. N. York: D. Appleton and Co., 1856, p. 1058

CAMINHANDO COM LUTERO VIII

imagesCaminhando com Lutero VIII: 

Martinho Lutero – Infância e estudos

Martinho Lutero é filho de Hans Luther (João Lutero), mineiro por profissão, que nascera no campo, e Margaretha Luther (Margarida Lutero). Ele nasceu no dia 10 de Novembro de 1483. Para seus alunos, Lutero costumava dizer que era filho de agricultores.

Lutero veio de uma família em ascensão social. Seu avô era lavrador, seu pai progrediu na área da mineração e se tornou um pequeno empregador. Lutero foi o primeiro da família a se tornar um acadêmico.

Ele recebeu o nome de Martinho, pois no dia após o nascimento (11 de Novembro) ele foi batizado e recebeu o nome do santo do dia. O sobrenome deriva do nome “Lothar” ou “Lotário”, um dos imperadores alemães medievais e poderia ser escrito nas variantes “Luder” ou “Lüder”. Somente a partir de 1518 que o reformador passa a assinar “Martinus Eleutherius” de onde deriva a grafia “Luther”/ “Luthero” / “Lutero”. Isso porque ele havia descoberto a liberdade cristã (eleutheria) (DREHER, 2014, p.23).

Na região que Lutero nasceu, o “comando” político era do imperador Frederico III, considerado pouco operante. Sua importância histórica lembra o fato de que conseguiu casamento para seus filhos com quase todas as casas reinantes da Europa.

A família do reformador era muito devota em sua fé, mas sua religiosidade tinha muito misticismo envolvido. Relata Dreher (2014, p. 25): Duendes, demônios e bruxas faziam parte do cotidiano, e a crença em suas atividades era difundida através do púlpito, especialmente em épocas de tempestades e doenças. Em dias de tempestade, aliás, queimavam-se pedaços dos ramos bentos no Domingo de Ramos. Águas bentas e benzeduras não podiam faltar.

O pai de Martinho havia planejado a carreia do filho. Será que esperava que ele estudasse teologia? Que fosse padre? Não. Ele queria que seu filho fosse estudante de direito. Logo cedo Lutero foi para escola. Aos cinco anos foi matriculado na escola latina da cidade de Mansfeld (1488-1497). Ali teve início a “varologia”, a pedagogia da vara. Os professores foram qualificados por Lutero como tiranos e mestres da paulada. Ele afirmou que numa manhã recebera quinze varadas de um professor (LINDBERG, 2001, p. 75)

O ensino que se recebia nesta escola tinha também religião, mas mostrava Jesus como um juiz severo. O próprio Lutero assim o expressa: “Desde criança, me acostumaram a sentir-me assustado apenas ouvindo pronunciar o nome de Cristo, pois não me ensinaram outra coisa senão que ele era um juiz severo e cheio de ira (JUST, 2003, p. 42).

Nestas escolas os alunos aprendiam a ler e escrever o latim. Nada se ensinava sobre história, geografia ou matemática. Lutero tinha uma preocupação com isto e assim ao redigir seus escritos pedagógicos dirigidos a vereadores e pais, exigiu que as escolas incluíssem estas disciplinas.

Os estudos de Lutero seguiram de Mansfeld para Magduburgo (1497-1498), onde permaneceu por apenas um ano. Lutero já tinha 14 anos e financiava seus estudos por meio de mendicância e do canto junto à porta das pessoas ricas. O canto foi de grande utilidade para ele no futuro.

Por causa da carência de recursos, Lutero foi obrigado a abandonar os estudos em Magdeburdo, voltando a casa paterna. Depois, para satisfazer o desejo de seus pais ele foi para estudar em Eisenach (JUST, 2003, p. 44).

Em Eisenach (1498-1501) morou na casa da família Schalbe. Esta família mantinha boas relações com o convento franciscano. Nesta escola, nada de varas. Lutero era descrito pelos seus colegas como: baixinho, troncudo, cabeça dura, cabelos longos, alegre e bom cantor (DREHER, 2014, p. 26).

Em Eisenach ele contou com o apoio de professores que reconheceram a sua capacidade e o incentivaram na caminhada universitária. Conta-se o fato de que um dos professores da Universidade de Erfurt (Trutvetter) viu um discurso de Lutero em Eisenach e depois o apoiou no início da vida acadêmica (JUST, 2003, p.46).

Em 1501 iniciou os estudos na universidade de Erfurt. A faculdade de direito ao qual seu pai o tinha recomendado tinha uma boa reputação. Lutero começou estudando na Faculdade de Artes (hoje poderíamos chamar de faculdade de filosofia), isso era costumeiro, fazia parte dos estudos introdutórios. Ali ele se formou nas disciplinas fundamentais: gramática, dialética e retórica (trívio) e geometria, aritmética, música e astronomia (quadrívio). Também teve que estudar ética e metafísica (LIENHARD, 1998, p.32).

Em maio de 1501 ele tem contato pela primeira vez com a Bíblia. Em 1502 se torna bacharel podendo lecionar gramática, retórica e lógica. Em 07 de Janeiro de 1505 tornou-se mestre. Quando o aluno se formava mestre em artes se tentava mais dois anos de estudo para a formação em uma das três faculdades superiores: medicina, direito ou teologia.

Foi então que Lutero segue o desejo de seu pai e começa a faculdade de direito. Neste momento seus pais já detém uma situação financeira melhor. Mas em 17 de julho de 1505 ele entra no convento agostiniano da cidade contrariando a vontade dos pais de terem assim também uma melhor situação financeira (LIENHARD, 1998, p.34).

O que levou Lutero ao convento? Não foi a situação financeira. Pelos relatos que temos a ida a escolha pelo monastério a alguns fatores espirituais, conforme Just (2003, p.47-48):

  • Certa vez enquanto estava na universidade Lutero pensou que iria morrer. Aí um sacerdote o visitou e o encorajou dizendo que Deus ainda faria dele um grande homem para levar consolo e esperança a muita gente.
  • Pouco tempo depois enquanto viajava para a casa dos pais ele cravou acidentalmente a ponta do espadim que carregava na cintura. Com muito custo conseguiu estancar o sangue. E diz Lutero que orou muito em nome de Maria. Mais tarde ao comentar o fato, ele disse: “Naquela ocasião, eu teria morrido confiando na virgem Maria”.
  • Um bom amigo de Lutero morreu repentinamente e ele exclamava repetidamente: “Oh! Quando finalmente, serás uma pessoa piedosa e arrependida a fim de conseguires para ti um Deus gracioso?”
  • A fim de recuperar-se da saúde, em 1505 Lutero resolveu passar algum tempo na casa dos seus pais. Depois quando resolveu voltar a Erfurt uma grande tempestade se desencadeou. Um raio caiu ao seu lado e ele exclamou: “Ajuda-me, querida Santa Ana, e eu te prometo que, logo a seguir, me tornarei monge!” Só assim ele achava que poderia reconciliar-se com Deus e encontrar a paz.

Pr. Clóvis Renato Leitzke Blank
Conselheiro da Liga de Leigos Luteranos do Brasil (LLLB)

Referências bibliográficas:

DREHER, Martin N. De Luder a Lutero: uma biografia. São Leopoldo: Sinodal, 2014.

JUST, Gustav. Deus despertou Lutero. Porto Alegre: Concórdia, 2003.

LIENHARD, Marc. Martim Lutero: tempo, vida, mensagem. São Leopoldo: Sinodal, 1998

LINDBERG, Carter. As Reformas na Europa. São Leopoldo: Sinodal, 2001.

Em OUTUBRO: 24º Congresso de Homens Luteranos – Distrito Paraná Leste

PROGRAMAÇÃO

SÁBADO

14h00 Recepção, Acolhida, Apresentação Da Estrutura, Distribuição De Quartos.

15h00 Abertura Oficial

15h15 Palestra Pastor Jonas Lindner: “O Bom Samaritano”

16h30 Palestra Pastor André Plamer: “A Missão Luterana Em Moçambique”

20h00 Jantar

21h00 Palestra João Henrique Zanoni: “Projetos Sociais Na Prática”

22h00 Noite Cultural.

DOMINGO

09h30 Palestra Pastor Adelar Munieweg: “Homem Luterano Dentro E Fora Da Igreja”

11h00 Culto

12h00 Apresentação do Projeto Distrital

12h30 Almoço

15h00 Paineis Administrativos

15h00 Encerramento

 

INVESTIMENTO

R$150,00, por pessoa em alojamento coletivo (apartamentos para até 5 pessoas). R$100,00 para pastores da IELB em alojamento coletivo.

Inclusas 1 pernoite e 3 refeições (Jantar, café da manhã e almoço).

Bebidas comercializadas à parte.

II CONGRESSO DE LEIGOS, DIVAGUA

 

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“Sob o tema “Vou falar de Cristo ao mundo” realizou-se nos dias 28 e 29 de maio de 2016 em Nova Brasilãndia d’Oeste- RO, o II Congresso de Leigos do Distrito Vale do Guaporé (DIVAGUA).
No sábado a palestra principal ficou a cargo do Rev. Márcio Gowert de Espigão d’Oeste-RO. Na parte da tarde, aconteceu uma palestra sobre o uso do agrotóxicos e a segurança do trabalhador e, na sequência, o pastor Claudir Abentroth, de São Francisco do Guaporé, realizou uma gincana, incluindo parte bíblica e brincadeiras. A noite cultural sob a responsabilidade do pastor Jovane França de Santana do Guaporé, contou com atrações como :teatro, música, esquetes.
No domingo pela manhã, ocorreu uma palestra sobre a Saúde do Homem, apresentada pelo bioquímico, Alzencleber Schwambach.
Para o encerramento tivemos o culto celebrado pelo pastor local, Pr. Malco R. Grinevold e Pr. Joenes Trams. Durante o culto foi instalada a nova diretoria dos leigos para o ano de 2016-2018.
A condução musical do Congresso ficou a cargo de Ivo Neufeld de Cacoal-RO.
A todos os leigos, chamados para o trabalho do Senhor, desejamos as ricas bençãos do Senhor da Igreja, Cristo Jesus. E que Ele continue em nós a obra que anunciar ao mundo, os seus grandes feitos.” (Relato enviado pelo Pr. Vilson Welmer)