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CAMINHANDO COM LUTERO IV

John Huss

Como vimos anteriormente, a Reforma Luterana do Século XVI não aconteceu isoladamente. Outras pessoas (Teólogos/Pensadores) também procuraram levar a Igreja de então a uma reflexão sobre suas doutrinas e suas práticas. Os pecados da Igreja da época: abuso do poder, ostentação e luxo, venda do perdão dos pecados, venda de cargos eclesiásticos, “politicagens”, foram combatidas por pessoas escolhidas por Deus. No entanto, o destino dessas pessoas, foi muito parecido: EXCOMUNHÃO, CONDENAÇÃO, MORTE!

JOHN HUSS

Nascido em 1369 (ou 1371) na Boêmia, onde hoje se localiza a República Tcheca, John Huss teve uma formação filosófica e teológica, apesar de ser oriundo de família humilde. Na Universidade de Praga, tornou-se professor de teologia em 1398, sendo ordenado padre em 1400. Em 1402 ele foi nomeado reitor e pregador da capela da Universidade. Ali, na Capela de Belém, ele pregou com dedicação a reforma que tantos outros checos propunham desde o tempo de Carlos IV. Segundo o historiador Justo Gonzalez: “Sua eloquência e fervor eram tamanhos que aquela capela em pouco tempo se transformou no centro do movimento reformador”.

Estudioso dos escritos de John Wycliff, de quem adotava algumas idéias, Huss passou a pregar em seus sermões que a bíblia era a grande autoridade dentro do cristianismo e o grande paradigma para a vida do cristão, contrapondo-se à autoridade da hierarquia eclesiástica. Defendia que a comunhão (Eucaristia) deveria ser oferecida a todos os fieis. Além disso, John Huss pregava a ideia de uma Igreja humilde, contra a ostentação e luxo que apresentava a Igreja de então

Segundo Gonzalez: “Huss nunca se tornou um adepto de Wycliff. Os interesses do inglês não eram os mesmos do boêmio, que não se preocupava tanto com as questões doutrinárias como com uma reforma prática da igreja. Ele particularmente nunca esteve de acordo com o que Wycliff tinha dito sobre a presença de Cristo na ceia, e até o fim continuou defendendo uma posição muito semelhante à que era comum em seu tempo – a transubstanciação”..

A postura de Huss de falar contra certos pecados da Igreja causou uma forte oposição, como era de se esperar. Entretanto, as condições sociais a que estava submetida grande parte da população da região em que John Huss vivia, contribuíram para que a situação se tornasse ainda mais conflituosa. Huss tinha a favor de si a humildade, gentileza e o carisma popular. A pregação de Huss contra a situação de exploração e miséria a que estavam submetidos os camponeses da Boêmia fez com que ele conseguisse pessoas que o admiravam e outras que tinham ressalvas severas contra seus ensinos.

É preciso também saber que grande parte da nobreza proprietária das terras da Boêmia eram de origem alemã. As idéias de John Huss conseguiram sensibilizar os nobres de origem tcheca, que viam em suas pregações uma forma de enfrentar os germânicos. Com isso, Huss garantiu sua eleição para o cargo de reitor na Universidade de Praga, em 1409, sob as ordens do rei da Boêmia, Venceslau IV. A indicação de Huss era uma forma de contrapor a influência germânica dentro da Universidade.

Rapidamente a Igreja católica passou a se manifestar contra a presença de John Huss na Universidade. O papa decretou um interdito, banindo as cerimônias religiosas em Praga enquanto Huss estivesse na cidade. As posições contra a venda das indulgências e demais críticas contra a Igreja levaram-no a ser acusado de heresia. Em 1412, Huss foi excomungado.

À época havia na Europa católica três papas, no fenômeno conhecido como Cisma do Ocidente. Para tentar sanar a situação, foi convocado o Concílio de Constança, em 1414, que, dentre outras coisas, julgaria alguns casos de heresia.

John Huss foi convocado para o Concílio de Constança, portando um salvo-conduto dado pelo rei Segismundo de Luxemburgo para que pudesse apresentar os motivos de suas ideias. Tal medida não impediu que Huss fosse preso durante os sete meses que duraram seu julgamento, e ele não conseguiu convencer os altos dignatários e também não renunciou a seus posicionamentos. Foi condenado por heresia pelo Concílio e no dia 06 de julho de 1415 foi queimado na fogueira.

Quando foi convidado a se retratar dos seus ensinos, segundo Justo Gonzalez ele teria dito: “Apelo a Jesus Cristo, o único juiz todo-poderoso e totalmente justo. Em suas mãos eu deponho a minha causa, pois Ele há de julgar cada um não com base em testemunhos falsos e concílios errados, mas na verdade e na justiça.

E ainda finalizando o relato sobre a vida de John Huss, Justo Gonzalez descreve:
“Por vários dias o deixaram encarcerado, na esperança de que fraquejasse e se retratasse. Muitos foram lhe pedir que o fizesse, talvez sabendo que sua condenação seria uma mancha indelével para o concílio de Constança. Mas João Huss continuou firme. Por fim, no dia 6 de julho, ele foi levado para a catedral de Constança. Ali, depois de um sermão sobre a teimosia dos hereges, ele foi vestido de sacerdote e recebeu o cálice, somente para logo em seguida lhe arrebatarem ambos, em sinal de que estava perdendo suas ordens sacerdotais. Depois lhe cortaram o cabelo para estragar a tonsura, fazendo-lhe uma cruz na cabeça. Por último lhe colocaram na cabeça uma coroa de papel decorada com diabinhos, e o enviaram para a fogueira. A caminho do suplício, ele teve de passar por uma pira onde ardiam seus livros. Mais uma vez lhe pediram que se retratasse, e mais uma vez ele negou com firmeza. Por fim orou, dizendo: “Senhor Jesus, por Ti sofro com paciência esta morte cruel. Rogo-Te que tenhas misericórdia dos meus inimigos”. Morreu cantando os salmos.
Apesar de sua morte, os conflitos na Boêmia se intensificaram, originando o que ficou conhecido como Revolução Hussita, entre os anos de 1419-1437.

BIBLIOGRAFIA
GONZALEZ, Justo L., Uma história ilustrada do cristianismo, Vol. 5, páginas 95 a 102, editora Vida Nova.

Pastor Adelar Munieweg – Conselheiro da LLLB 2015/2017

CAMINHANDO COM LUTERO – PARTE III

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Estamos chegando bem perto da história de Lutero…
Hoje queremos conversar sobre a vida de John Wyclif
Wyclif nasceu em 1328. Ele estudou e ensinou em Oxford, Inglaterra, a maior parte da sua vida. Até o ano de 1378 ele queria reformar a igreja através da eliminação dos clérigos (padres, bispos, etc) imorais, e também com isso estes perderiam o direito à propriedade que eles tinham. Segundo Wyclif os líderes da igreja poderiam usar os bens da igreja, mas não teriam direito a posse deles. A falha em cumprir suas funções seria razão suficiente para a autoridade civil tirar os bens deles e entrega-los somente aos que servem a Deus dignamente (CAIRNS, 1995, p. 204).
Essa reivindicação de Wyclif agradava os nobres que esperavam se apoderar dos bens da Igreja Romana. Por isso Wyclif obteve proteção deles para que a igreja de Roma não o pegasse.
Mas a luta dele não foi só por causa das propriedades. A partir de 1378 ele começou a se opor as doutrinas ensinadas, das quais destaco algumas de suas posições:
– Em 1382 ele escreveu em um livro que Cristo, e não o papa, era o chefe da igreja;
– Afirmou que a Bíblia, e não a Igreja, era a autoridade única para o crente, e que a Igreja Romana deveria se moldar segundo a Igreja do Novo Testamento;
– No ano de 1382 Wyclif se opôs a doutrina da transubstanciação. Essa doutrina ensina que o pão e o vinho se transformavam no corpo e sangue de Cristo na Santa Ceia. Nós luteranos cremos na presença real, onde cremos que não há transformação da substância, mas que Cristo está presente de forma real na ceia, juntamente com o pão e o vinho, assim como Jesus mesmo instituiu. Isso mexeu com a Igreja Romana, pois tirava o “poder de dar a salvação” das mãos do bispo, visto que eles acreditavam que o sacerdote tinha o poder para transformar os elementos da ceia.
– Condenava o comércio de indulgências e veneração de relíquias;
– Criticava veementemente as cerimônias externas e tradições humanas que ofuscavam a Palavra de Deus;
Em 1382 Wyclif terminou a primeira tradução completa do Novo Testamento para o inglês, dando a possibilidade ao povo de ler a Bíblia em sua língua materna. Em 1384 Nicolau de Hereford terminou a tradução do Antigo Testamento para o inglês.
Um fato marcante da vida de Wyclif é que quando ele se encontrava acamado em Londres e muito enfermo, vieram certos frades para lhe dar conselhos. Depois de ouvir eles pedirem que ele se retratasse de tudo o que havia ensinado antes de sua morte, ele com muita coragem recostou-se na cama e recitou as palavras do Salmo 118.17: “Não morrerei, antes viverei e contarei as obras do Senhor” (FOXE, 2005, p. 63-64).
Faleceu em 1384 em Lutterworth, onde ocupava o cargo de pregador. Um fato marcante foi que mesmo depois da morte, o ódio e a perseguição a ele não terminou. Por uma determinação do concílio de Costnitz que condenou a sua doutrina, os seus restos mortais foram exumados e queimados, sendo que as cinzas foram jogadas em um rio, bem longe de qualquer igreja.
Este relato da vida de John Wyclif tem muito a nos ensinar. Uma bela conclusão a que chegamos, é que podem até destruir o nosso corpo e tentar apagar aquilo que falamos e ensinamos, mas a Palavra de Deus permanece para sempre. Mesmo que condenaram e exumaram o corpo deste pré-reformador, o seu ensino permaneceu e por isso podemos e devemos continuar dizendo: “Vou viver e anunciar o que o Senhor tem feito”. Amém

Referências Bibliográficas
CAIRNS, Earle E. O cristianismo através dos séculos: uma história da Igreja Cristã. São Paulo: Vida Nova, 1995.
FOXE, John. O livro dos mártires. São Paulo: Mundo Cristão, 2005.
JUST, Gustav. Deus despertou Lutero: Vida e obra do Reformador com alguns capítulos introdutórios e conclusivos da história geral da Igreja e da missão. Porto Alegre: Concórdia, 2003.

Pr. Clóvis Blank
Pastor Conselheiro da LLLB

OLHAR PARA O FUTURO COM ESPERANÇA, NAS CERTEZAS DAS VITÓRIAS DO PASSADO!

Ano NOvo

O autor do livro bíblico de Hebreus escreve: Assim nós temos essa grande multidão o de testemunhas ao nosso redor. Portanto, deixemos de lado tudo o que nos atrapalha e o pecado que se agarra firmemente em nós e continuemos a correr, sem desanimar, a corrida marcada para nós. Conservemos os nossos olhos fixos em Jesus, (Hb 12.1,2)
No texto bíblico acima destaquei duas palavras: ASSIM e PORTANTO. Elas nos convidam a olhar para o passado, no caso do texto, para o capítulo 11, ao mesmo tempo olhar para o futuro. Isso é muito significativo, pois deixamos o ano de 2015 e entramos em um novo ano! Na Igreja Cristã, o calendário de um novo ano foi iniciado quatro domingos antes do natal. O ano civil começa em janeiro; o ano da Igreja, em dezembro. O ano civil quer esquecer as amarguras do passado e cultivar as esperanças do futuro. O ano da Igreja quer relembrar vitórias do passado e encarar certezas do futuro. O ano civil, ao iniciar em Janeiro, tem sua origem em JANO – deus pagão, (em latim Janus) foi um deus romano que deu origem ao nome do mês de janeiro. Era o porteiro celestial, sendo representado com duas cabeças, representando os términos e os começos, o passado e o futuro. De fato, imagina-se que era o responsável por abrir as portas para o ano que se iniciava, e toda porta se volta para dois lados diferentes. Era representado por uma figura de dois rostos capazes de olhar para trás e para frente.
O ano da Igreja, ao iniciar quatro domingos antes do Natal, coloca à nossa frente a presença segura do divino guia – Jesus – e à nossa retaguarda o exemplo estimulante de milhares e milhares de vencedores. Tudo isso nos faz considerar o fato de que podemos olhar em duas direções, o que é um conforto para aqueles que repousam nas promessas de Cristo Jesus: (1) olhamos para o passado e reconhecemos a vitória sobre as dificuldades; (2) olhamos para o futuro e vemos a vida cristã ativa!
Voltando ao texto que citei antes, vemos que a palavra “ASSIM” estabelece um elo de ligação com o capítulo anterior, que fala dos heróis na fé. O interessante é que o autor de Hebreus nos coloca junto deles dizendo: “assim nós temos”, na linguagem tradicional: “também nós”. Assim como os heróis da fé TAMBÉM NÓS podemos vencer como eles! Podemos vencer as dificuldades que venceram para que “possamos continuar a correr, sem desanimar, a corrida marcada para nós”.
Convido o leitor a pegar a sua Bíblia e realizar uma cuidadosa leitura do capítulo 11 de Hebreus. Uma parte dos personagens bíblicos citados teve um final feliz nesta vida. Outra boa parte morreu sem ver a justiça feita, ou a solução de um problema, sendo que muitos tiveram mortes terríveis. O detalhe é que todos, independentemente do resultado neste lado da eternidade, olharam a vida do ponto de vista da eternidade, o fim da jornada. Lá, o resultado sempre será positivo, se aqui os nossos olhos estiverem em Cristo!
E você? Olhe para trás e veja quantas batalhas você já venceu! Quantas bênçãos materiais e espirituais você já recebeu. A maior delas, o relacionamento com Deus por meio de Cristo Jesus. Na verdade, o grande herói de nossas vitórias é o próprio Deus, que não desiste de nós. Vamos nós desistir dele?
Portanto, assim, podemos olhar para o futuro. Esse olhar, com base nas vitórias de Deus atestada em tantas vidas, também em nossa própria vida, leva-nos a olhar para frente. E este olhar começa fixo na pessoa do Salvador: conservemos os nossos olhos fixos em Jesus (Hebreus 12.2)
Um grupo de alpinistas não pôde atravessar um precipício sobre um tronco que servia de ponte, coisa que haviam feito com naturalidade na noite anterior. Por quê? Porque, na noite anterior, o guia iluminou apenas o tronco e agora, de dia, vendo quão fundo era o precipício, o medo dominou aquelas pessoas. Quando olhamos para as circunstâncias, para os problemas e deixamos de olhar para Jesus que tem cuidado de nós, nos desesperamos. Dizemos que os outros não têm fé, mas revelamos nosso coração incrédulo diante dos desafios que nos assombram.
Se você tem ficado desesperado diante das circunstâncias, saiba que ainda assim, Deus ama muito você, e tem um plano maravilhoso para sua vida; você pode encarar os problemas do mesmo jeito que o apóstolo Paulo: Irmãos, queremos que saibam das aflições pelas quais passamos na província da Ásia. Os sofrimentos que suportamos foram tão grandes e tão duros, que já não tínhamos mais esperança de escapar de lá com vida. Nós nos sentíamos como condenados à morte. Mas isso aconteceu para que aprendêssemos a confiar não em nós mesmos e sim em Deus, que ressuscita os mortos. (2 Co 1.8,9)
Mesmo em meio aos seus problemas, Deus está presente. Ele os usa para lhe amadurecer. Diga para Deus: “Senhor, diante de tão grande multidão de testemunhas ao meu redor, quero deixar de lado tudo o que me atrapalha e o pecado que se agarra firmemente em mim e continuar a correr, sem desanimar, a corrida marcada para mim. Ajuda-me a conservar os meus olhos fixos em Jesus. Amém”. Feliz e abençoado 2016!

Pr. Renato Hoerlle – CEL Cristo Redentor, Pelotas/RS
renato.hoerlle@gmail.com

EU CREIO EM JESUS

NATAL LLLB

“…a fim de que eu servisse de exemplo aos que haviam de crer nele para a vida eterna” (1 Timóteo 1:16).
Li recentemente a história de um homem chamado Oswald Golter. Ele era um missionário na China durante a década de 40, no século passado. Depois de dez anos de trabalho ininterruptos, estava retornando para casa. Seu navio fez uma parada na Índia e enquanto esperava o momento de voltar ao lar, encontrou um grupo de refugiados que vivia num armazém no cais. Rejeitados por todos e sem qualquer tipo de ajuda, eles viviam ali de maneira precária. Golter foi visitá-los e como era véspera de Natal, além de lhes desejar um “Feliz Natal”, perguntou-lhes o que gostariam de receber por ocasião daqueles dias festivos.
– “Não somos cristãos, não acreditamos no Natal,” responderam.
– “Eu sei,” disse-lhes o missionário, “mas o que querem neste Natal?”
Disseram que gostavam muito de um tipo de massas (uma espécie de pastel) e Oswald Golter pegou uma boa quantia que havia reservado para seu uso ao regressar para casa e comprou muitas cestas daquelas massas, levando-as a seguir ao grupo, desejando-lhes um “Feliz Natal”.
Mais tarde, um dos seus alunos, que a tudo presenciara, perguntou:
– “Senhor, por que fez isso por eles? Eles nem eram cristãos. Nem crêem em Jesus.”
– “Eu sei,” ele respondeu, “mas eu creio!”
Jesus nasceu para que eu tivesse um Salvador. Ele nasceu para morrer. Morrer pelos meus pecados, para que eles fossem perdoados. Em resposta a esse grandioso amor e perdão (que é o grande presente do Natal!), posso viver uma vida diferente mesmo quando muitos ao redor de mim não o fazem. E, se deixar a luz de Cristo brilhar em mim e através de mim, certamente verei um mundo melhor, serei mais feliz e farei muitas pessoas mais felizes.
O apóstolo Paulo escreveu: “…a fim de que eu servisse de exemplo aos que haviam de crer nele para a vida eterna” (1 Timóteo 1:16).
No exemplo de Paulo, no exemplo de Osvald Golter e de tantos outros homens de Deus, nós Leigos Luteranos da Igreja Evangélica Luterana do Brasil, vamos marchando, proclamando o Evangelho Maravilhoso do Perdão e da Vida Eterna que temos pela fé em Cristo, a razão e o sentido do nosso Natal.
Um desafio e um privilégio para cada dia do ano e, especialmente nesta época de natal e ano novo é dizer a este mundo tão sofrido:
– “MAS EU CREIO!”
UM FELIZ NATAL COM JESUS! UM FELIZ NATAL DE JESUS!

JUNTOS SOMOS MAIS!
Pastor Adelar Munieweg
Conselheiro da LLLB

CAMINHANDO COM LUTERO – PARTE II

CAMINHANDO COM

CAMINHANDO COM LUTERO II – SITUAÇÃO RELIGIOSA E FATOS QUE MARCARAM A IDADE MÉDIA TARDIA

A nossa caminhada com Lutero ainda não chegou a ele. Mas para todo exercício é necessária a preparação. Portanto, antes de chegarmos a Lutero vamos fazer o “aquecimento e alongamento” com os fatos anteriores a reforma luterana.
A situação religiosa – A igreja ia crescendo e com isso foi necessário que houvessem mais pregadores em comunidades maiores. E alguns destes pregadores tiveram mais prestígio e foram chamados de bispos. Eram principalmente os bispos de Roma, Jerusalém, Antioquia e Constantinopla que desfrutavam de grande autoridade.
As comunidades menores buscavam conselhos nestes lugares para assuntos mais graves. A maior influência dos bispos foi de Roma.
Com o passar do tempo os bispos de Roma se acharam mais importantes do que os outros bispos e se atribuíram o direito de serem somente eles os árbitros na Igreja de Deus. Também ficavam muito irritados quando alguém resolvia não se submeter ao seu julgamento.
Eles passaram a afirmar que Pedro fora o fundador da comunidade em Roma, e seu bispo, durante um longo período.
Gregório VII, o antigo monge Hildebrando, ocupou o trono papal em 1073. Ele proibiu o casamento dos sacerdotes e exigiu que todos os sacerdotes recebessem o seu cargo e seus territórios não do poder secular, mas unicamente de suas mãos. Ele dizia: “Assim como a Lua recebe a sua luz do sol, assim os imperadores e príncipes devem ser investidos no poder através do papa. O papa é o representante de Cristo na terra. Por isso, todos os senhores e poderosos deste mundo lhe devem obediência. Somente ele tem o direito e o poder de empossar e de depor”.
O surgimento do papado em Avignon: De 1309 a 1378 a sede do papado foi transferida para Avignon (França) levando o poder do papado para lá.
O que se via neste papado segundo um poeta da época, chamado Petrarco, era: luxúria, mundanalidade, era para ele o “esgoto do mundo” (LINDBERG, 2001, p. 59). Críticos começaram a murmurar dizendo que Jesus disse a Pedro para apascentar as ovelhas (Jo 21.15-17) e não as tosquiar.
Em março de 1378, com a morte do papa Gregório XI o papado voltou para Roma. Lá foi escolhido Urbano VI. Só que em setembro deste ano os cardeais alegaram que a eleição tinha sido inválida por suposta pressão das multidões. Então escolheram Clemente VII para ser papa. A partir daí um residia em Roma e outro em Avignon. O problema é que os dois se consideravam papas e um excomungou o outro. E agora? A quem se deveria a honra e autoridade papal? Quem seria o representante de Cristo na terra? Com isso o prestígio do papado caiu muito.
O surgimento de um papado tríplice: Em 1409 cardeais de cada um dos papas reuniram-se para um concílio onde decidiram depor os dois papas considerando-os como cismáticos e hereges notórios, elegendo um novo papa, Alexandre V, arcebispo de Milão. Imaginem o que aconteceu? Três papas!
Além de tudo isso, se somava o pouco caso que se fazia ao celibato. Os filhos bastardos dos bispos se moviam no meio da nobreza, reclamando abertamente o sangue de que eram herdeiros. Até o digníssimo dom Pedro Gonzáles de Mendonza, que sucedeu a dom Alonso Carrillo como arcebispo de Toledo, tinha pelo menos dois filhos bastardos, a quem mais tarde, com base no arrependimento do arcebispo, Isabel declarou como legítimos. Se isso ocorria no alto clero, a situação não era melhor entre os padres paroquianos, muitos dos quais viviam publicamente com suas concubinas e filhos. E visto que tal situação não tinha a permanência do casamento, eram muitos os sacerdotes que tinham filhos de várias mulheres (GONZALES, 1995, p. 23).
Onde está a autoridade para decidir entre questões religiosas? No papado? Nos concílios? Ou na Palavra de Deus? Será que todos ficaram quietos e aceitaram todas estas coisas que estavam acontecendo? Não.
As cenas dos próximos capítulos vão nos falar de homens como John Wickiff e John Huss.

Referências Bibliográficas
GONZÁLES, Justo L. E até os confins da terra. Uma história ilustrada do cristianismo. São Paulo: Vida Nova, 1995. v.6
JUST, Gustav. Deus despertou Lutero: Vida e obra do Reformador com alguns capítulos introdutórios e conclusivos da história geral da Igreja e da missão. Porto Alegre: Concórdia, 2003.
LINDBERG, Carter. As Reformas na Europa. São Leopoldo: Sinodal, 2001.

Pr. Clóvis Blank, Conselheiro da LLLB

Caminhando com Lutero

Reforma - 495 Anos

Queridos irmãos, leigos de todas as partes de nosso Brasil!
É com imensa alegria que chegamos até vocês. Como todos vocês sabem, estamos entrando em contagem regressiva para a comemoração dos 500 anos da Reforma Luterana.
Assim também nós, Liga de Leigos Luteranos do Brasil, queremos refletir sobre alguns aspectos importantes da Reforma Luterana.
Nós, da diretoria eleita no último congresso nacional, estamos nos reunindo mensalmente para pensarmos nos trabalhos da liga e, também, para refletirmos sobre a reforma luterana.
E queremos neste espaço, compartilhar algumas coisas com vocês sobre o que conversamos na reunião. Fiquem bem à vontade para usar este material e também para enviar comentários e sugestões para nós.
Coloco como título “caminhando com Lutero”, pois queremos caminhar com ele, como se estivéssemos nesta caminhada batendo um papo e descobrindo coisas importantes sobre aquele período e também sobre a vida e obra do reformador.
Para começar trago alguns aspectos do fim da idade média, um pouco da realidade da Europa nos anos que antecederam a reforma:
Eles estavam vivendo uma era de crises. Crise não é uma característica particular da Idade Média. Hoje passamos por crise financeira (alta do dólar) e crise política (corrupção, desvio de dinheiro), mas dizem historiadores que “foram poucas as vezes em que a percepção de crise alcançou e abarcou todas as classes sociais e tomou conta de (…) áreas tão extensas da Europa Ocidental” (OBERMAN, 1973 apud LINDBERG, 2001, p. 39). Ao longo desta nossa reflexão veremos quais são as “áreas mais críticas”.
Algo que teve grande impacto na população europeia foi uma grande crise agrária em meados do século XIV, o que contribuiu para a urbanização. Os sobreviventes procuravam nas cidades uma condição de vida melhor e, na maioria das vezes, não encontravam. Isso fez com que a maioria destes, se submetesse a empregos que proporcionavam condições mínimas de sobrevivência, ou senão, reduziam-se a pedintes.
Crônicas da época arrolavam sucessão de enchentes, invernos rigorosos e secas severas. No sul da França as chuvas inundaram a região da Provença em 1307-08 e 1315 (LINDBERG, 2001, p.40).
Esta situação fez com que clérigos e leigos marchassem em procissão, com os pés descalços, para que segundo eles pudessem apaziguar a Deus em razão dos pecados humanos. Mas eles diziam: “Deus demorou a ouvir as orações” (LINDBERG, 2001, p. 40).
Também no sudeste da Alemanha aconteceram tremores de terra e grandes enxames de gafanhotos seguiram-se às crises de fome aguda nos anos de 1315-17.
O imperador Carlos IV escreveu que havia sido acordado em uma manhã por um cavaleiro que gritava: “Levanta-te Senhor! O juízo final está aqui, pois o mundo inteiro está cheio de gafanhotos” (LINDBERG, 2001, p. 41).
Fraca e malnutrida a população foi atingida por surtos de febre tifoide e em seguida pela terrível Morte Negra em suas várias formas de peste: bubônica, pneumônica e septicêmica.
É difícil para nós imaginar o impacto pessoal e social que tinha a peste. Diz Lindberg (2001, p.42) falando sobre a peste: Ela podia derrubar uma pessoa sadia em uma questão de dias, ou, em sua versão septicêmica – na qual o bacilo entrava na corrente sanguínea – numa questão de horas. O temor bastante difundido de uma morte iminente e horrível causava o colapso dos costumes e normas.
Há uma estimativa que 30% da população europeia tenha sucumbido em decorrência da peste.
Durante o período da Reforma a peste tinha abrandado, mas ainda representava um perigo real. A brevidade da vida nunca estava longe dos pensamentos das pessoas. A peste era percebida em grande escala como a punição de Deus pelos pecados da humanidade.
Com tudo isso era natural que se tentassem formas de resolver a situação. Muitos acreditavam que a flagelação poderia “apaziguar a Deus”. Assim muitas vezes se reuniam para atividades de flagelação muito sangrenta. Também praticavam procissões que ainda ajudavam a disseminar ainda mais a peste por causa do contato com pessoas infectadas.
Visando proteção para a peste buscava-se a intercessão dos santos. Um exemplo é Sebastião, que havia morrido atingido por flechas. Acreditava-se que a ira de Deus causada pelas flechas da peste direcionadas a Sebastião poderiam auxiliar os doentes. Também se buscava o auxílio de Maria.
Alguns interpretavam a peste como maquinação dos judeus. Em 1349 judeus foram mortos de forma cruel na Alemanha e em outros países.
Multiplicavam-se as intercessões litúrgicas com o fim de facilitar a passagem dos falecidos ao céu. O catolicismo do final da Idade Média era em grande parte um culto dos vivos a serviço dos mortos (GALPERN, 1974 apud LINDBERG, 2001, p. 45). Este “serviço” da igreja foi explorado pelas doutrinas do purgatório e das indulgências.
Aliada a toda esta crise ainda havia as guerras. A expressão prolongada foi a guerra dos Cem Anos (1337-1453) entre as monarquias francesa e inglesa.
Algo que é muito importante e alavancou a reforma foi o desenvolvimento da impressão. O que se tinha até o momento era o papiro e o pergaminho, que eram muito caros e de difícil acesso. O desenvolvimento de um papel relativamente barato de polpa de linho, introduzido por Marco Polo a partir da China tornou financeiramente viável o desenvolvimento da impressão.
E assim novas ideias difundiram-se agora com rapidez. Ao passo que ideias religiosas de Wyclif se espalharam com extrema lentidão através de cópias manuscritas. (Imaginem se Lutero tivesse facebook)!
Junto com a invenção da impressão também teve um rápido florescimento a mineração na Alemanha. A maior parte da prata era usada para fazer moedas, o que facilitou uma revolução monetária. A medida que a economia adotou o dinheiro houve um crescimento bancário na Alemanha. Isso fez com que tivesse ascensão a grande casa bancária dos Fugger que se envolveu em muitas áreas (indulgências, eleição imperial de Carlos V). A mineração permitiu o aumento direto da riqueza de Frederico, o Sábio, o eleitor da Saxônia, futuro protetor de Lutero. A riqueza de Frederico fez com que ele também pudesse fundar a universidade de Wittemberg.
Trazemos estes acontecimentos, pois Lutero fez a reforma dentro de um contexto. Este é o primeiro capítulo. Não perca as próximas publicações.
Um grande abraço e que possamos continuar caminhando com Lutero!
Fiquem na paz de nosso Senhor Jesus Cristo.
Pastor Clóvis Blank – Conselheiro da LLLB

BIBLIOGRAFIA:
LINDBERG, Carter. As Reformas na Europa. São Leopoldo: Sinodal, 2001.

Uma semana em Moçambique

Queridos amigos,

Mais uma aventura africana inesquecível: Uma semana em Moçambique visitando todas as 10 igrejas, com culto completo em quatro delas e mensagem nas outras. Fui acompanhado de um pastor da Alemanha e um da África do Sul.

Leiam mais no Blog: http://carloswinterle.blogspot.com Podem ir também para as postagens do ano passado para ler mais sobre este trabalho missionário.

Pastor André Plamer chegou bem em Sena, Moçambique,ontem à noitinha. Já começou as aulas com a turma de formandos hoje de manhã. Depois terá aulas com a nova turma: 20 candidatos!

Estes 20 candidatos precisam apadrinhamento para poderem estudar. O Curso é patrocinado pelo Seminário Concórdia e boa parte dos livros pelos alunos do Seminário através de suas coletas em culto semanal. Mas os novos alunos precisam dormir e comer. Depois da experiência deste ano teremos um valor exato do custo/aluno. Até agora esta despesa era paga pela Sociedade Missionária do Canadá. Como os oito primeiros candidatos estão se formando e serão ordenados no dia 9 de agosto, Canadá não irá mais ajudar a formação da nova turma. 

Ofertas podem ser enviadas à IELB (Igreja Evangélica Luterana do Brasil) atarvés do  FAPI (Fundo de Apoio a Projetos da IELB), avisando a Tesouraria (IELB – Tesouraria <tesouraria@ielb.org.br>) do destino do depósito. Vejam detalhes bancários abaixo.

Estaremos indo a Moçambique novamente em agosto para a formatura e ordenação dos primeiros oito pastores da jovem Igreja Luterana da Concórdia em Moçambique – ILCM. O presidente da IELB, Rev. Egon Kopereck, o Diretor do Seminário Concórdia, Rev. Leonerio Faller, e o Bispo do Sínodo Evangélico Luterano Livre da África do Sul (FELSISA), Rev. Dieter Reinstorf, também irão para esta ocasião muito especial da ILCM.

Agradecemos a todos que têm colaborado enviando doações para a compra de Bíblias, para a compra de motos, para a construção de igrejas  e para um fundo de Educação Teológica que prevê a construção de salas e alojamento para os cursos num terreno doado pelo governo, além do apoio aos estudantes. Também agradecemos a doação de albas e conjuntos de estolas, bem como de paramentos para altar/púlpito para oito igrejas. Deus tem movido muitos corações a colaborarem com a missão em Moçambique.

Lembrem de nós e da igreja de Moçambique em suas orações. Deus guarde a todos.

Pastor Carlos Walter e Lídia Winterle

Contas da IELB:   
Banco do Brasil, Ag 0010-8, Conta 4206-4 
Bradesco, Ag 0324-7, Conta 108288-4 
Banrisul, Ag 0100, Conta 06.150713.0-0 Itaú, Ag 0159, Conta 33581-9 
Sicredi, Ag 0116, Conta 6115-8

Comunicar à Tesouraria da IELB o destino da oferta: tesouraria@ielb.org.br

Moções da LLLB 2015

 

MOÇÃO 1 – DEFINIÇÃO DOS PROJETOS DE AUXÍLIO FINANCEIRO

DA LIGA DE LEIGOS LUTERANOS DO BRASIL

 

Considerando:

1. Que a Liga de Leigos Luteranos do Brasil tem por finalidade, conforme consta no Capítulo II, Artigo 3° de seu Estatuto, auxiliar a Igreja Evangélica Luterana do Brasil, doravante designada abreviadamente IELB, através de palavras e obras, nos seus trabalhos e empreendimentos e na execução destas finalidades, tem por objetivos:

a. Encorajar a todos os Leigos Luteranos do Brasil a cooperar ativamente nos trabalhos das suas respectivas Ligas e Congregações, e também nos projetos Distritais e Nacionais da LLLB;

b. Incentivar a atividade missionária dos Leigos Luteranos do Brasil;

c. Estimular a prática da caridade e estreitar os laços da fraternidade cristã;

d. Encorajar a todos os Leigos a contribuírem financeiramente, dando condições a LLLB, de;

 

§ 1° Auxiliar a IELB na manutenção de seus institutos e Seminários;

§ 2° Estimular e auxiliar a criação de educandários de cursos pré-primários, de primeiro e segundo graus e superiores, bem como, hospitais, sanatórios, lares para crianças e idosos e estabelecimentos congêneres e quaisquer empreendimentos que venham atender os interesses da LLLB e da IELB;

2. Que a LLLB tem desenvolvido projetos de auxílio financeiro em grande escala de porte nacional (construção e reforma de apartamentos no Seminário Concórdia) e internacional (apoio à missão em Moçambique) e tem obtido êxito na realização e condução dos projetos;

 

3. Que esses projetos têm sido elaborados pela Diretoria Nacional da LLLB e sua implementação tem ocorrido em conjunto com a Diretoria Nacional da IELB, Seminário Concórdia, Departamentos do Conselho Diretor, etc;

 

4. Que a escolha e aprovação dos projetos em Congresso Nacional certamente contribuirá para uma maior adesão e apoio dos leigos luteranos de todo o Brasil.

 

Propomos:

1. Que os projetos da LLLB sejam apresentados em Congresso Nacional e que, em plenária, sejam escolhidos um ou mais projetos de auxílio financeiro que serão desenvolvidos pela Diretoria Nacional da LLLB eleita;

 

2. Que a cada Congresso Nacional, a Diretoria Nacional da LLLB apresente um relatório detalhado sobre cada projeto desenvolvido, para que a plenária possa analisar e avaliar a possibilidade de sua continuidade ou conclusão;

 

3. Que esta moção entre em vigor a partir do presente Congresso Nacional da LLLB.

 

DIRETORIA NACIONAL DA LLLB

Parecer da Comissão de Moções:

Favorável à aprovação da moção, com a seguinte redação dos propomos:

1. Que os projetos da LLLB sejam apresentados em Congresso Nacional e que, em plenária, sejam escolhidos um ou mais projetos de auxílio financeiro que serão desenvolvidos pela Diretoria Nacional da LLLB eleita;

2. Que o projeto permanente, de apoio ao Seminário, jamais seja alterado, mesmo que haja outros projetos, estes não poderão impactar no projeto permanente.

 

 

3. Que a cada Congresso Nacional, a Diretoria Nacional da LLLB apresente um relatório detalhado sobre cada projeto desenvolvido, para que a plenária possa analisar e avaliar a possibilidade de sua continuidade ou conclusão;

4. Que esta moção entre em vigor a partir de usa aprovação.”

 

Obs.: É preciso observar a mudança de nomenclatura em “curso pré-primários, de primeiro e segundo grau e superiores”, para a nomenclatura atual. Isto deverá ser feito quando da adequação dos Estatutos e Regimentos prevista para breve.

 

 

MOÇÃO 2 – REFORMULAÇÃO DO ESTATUTO E DO REGIMENTO

DA LIGA DE LEIGOS LUTERANOS DO BRASIL

 

Considerando:

5. Que os atuais Estatuto e Regimento da Liga de Leigos Luteranos do Brasil estão desatualizados sob diversos aspectos práticos e de nomenclaturas utilizadas;

 

6. Que o próprio Regimento da IELB está sendo reformulado pela Comissão Jurídica da IELB, conforme deliberação do Conselho Diretor de 2014.

 

Propomos:

4. Que a Diretoria Nacional da LLLB eleita no presente Congresso Nacional crie uma Comissão de Reformulação do Estatuto e do Regimento da LLLB;

 

5. Que a definição do número e dos integrantes da Comissão de Reformulação seja feita pela Diretoria Nacional da LLLB, recomendando-se a participação e/ou assessoria de Advogado(s) para que sejam observadas todas as disposições legais;

 

6. Que, após a incorporação de eventuais alterações aprovadas no presente Congresso Nacional, as propostas de Estatuto e Regimento da LLLB feitas pela Comissão de Reformulação sejam apresentadas sob a forma de moção ao Congresso Nacional da LLLB de 2017.

 

DIRETORIA NACIONAL DA LLLB

Parecer da Comissão de Moções:

Favorável à aprovação da moção, com a seguinte redação dos propomos:

1. Que a Diretoria Nacional da LLLB eleita no presente Congresso Nacional crie uma Comissão de Reformulação do Estatuto e do Regimento da LLLB, para adequação à norma ortográfica e aos padrões de escrita oficial, bem como à adequação de termos que mudaram de sentido com o passar dos anos;

 

2. Que a definição do número e dos integrantes da Comissão de Reformulação seja feito pela Diretoria Nacional da LLLB, recomendando-se a participação e/ou assessoria de advogado(s), para que sejam observadas todas as disposições legais;

 

3. Que, após a incorporação de eventuais alterações aprovadas no presente Congresso Nacional, as propostas de Estatuto e Regimento da LLLB feitas pela Comissão de Reformulação sejam apresentadas sob a forma de moção ao Congresso Nacional da LLLB de 2017.

 

MOÇÃO 3 – DESENVOLVIMENTO DE UM “PROJETO DE TRABALHO”

DE DIVULGAÇÃO E INCENTIVO PELA DIRETORIA NACIONAL

DA LIGA DE LEIGOS LUTERANOS DO BRASIL – GESTÃO 2015 / 2017

 

Considerando:

 

7. Que a Liga de Leigos Luteranos do Brasil – LLLB, enquanto Organização Auxiliar Nacional da Igreja Evangélica Luterana do Brasil – IELB, tem como um de seus objetivos primordiais “auxiliar a IELB em seus programas, especialmente no que se refere à missão, educação e expansão” (Art. 111.IV do Regimento da IELB);

 

8. Que a Diretoria Nacional da IELB, a partir da Vice-Presidência de Educação Cristã, tem trabalhado no desenvolvimento de um amplo programa de Educação Cristã Continuada de todos os membros luteranos e, paralelamente, a partir da Vice-Presidência de Ensino tem trabalhado na ampliação de programas como a Educação Teológica por Extensão – ETE e o curso de Bacharelado em Teologia, nas modalidades presencial e EaD, em parceria com a Universidade Luterana do Brasil – ULBRA;

 

9. Que, segundo moção já aprovada no Conselho Diretor da IELB de 2013, os membros ativos da IELB que tiverem concluído o Bacharelado em Teologia na ULBRA, nas modalidades presencial ou EaD, e que não desejarem ou não puderem ingressar no Seminário Concórdia para se tornarem Pastores, podem atuar como Diáconos ou Diaconisas em congregações da IELB, assim como aqueles que concluem a ETE;

 

10. Que a formação teológica dos leigos luteranos deve ser aprimorada e incentivada, para que cada vez mais leigos preparados possam atuar, em parceria com os Pastores, em atividades de educação e de adoração, como coordenação de estudos bíblicos e mensagens em cultos, bem como em programas de ação social e de expansão missionária das congregações e distritos da IELB;

 

11. Que a LLLB, em seu passado recente, tem trabalhado com projetos de auxílio financeiro com grande êxito e que, por isso, devem continuar a ser desenvolvidos;

 

12. Que ainda assim, existe a possibilidade do desenvolvimento de “projetos de trabalho” de divulgação / incentivo por parte da Diretoria Nacional da LLLB que, em congressos distritais, regionais e em outros espaços de representação, pode atingir diversos leigos luteranos de todo o Brasil.

 

Propomos:

7. Que a próxima Diretoria Nacional da LLLB – Gestão 2015 / 2017 desenvolva como um de seus “projetos de trabalho”, a divulgação e o incentivo para que cada vez mais leigos participem das atividades do programa de Educação Cristã Continuada da IELB e também cursem a ETE e/ou o Bacharelado em Teologia na ULBRA, nas modalidades presencial ou EaD;

 

8. Que o desenvolvimento desse projeto seja efetivado nos diversos espaços de representação presencial da Diretoria Nacional da LLLB e também fazendo uso das tecnologias de informação e comunicação virtual / impressa sob sua responsabilidade (site da LLLB, página no Mensageiro Luterano, etc);

 

9. Que a Diretoria Nacional da LLLB desenvolva esse projeto em parceria com as Vice-Presidências de Educação Cristã e de Ensino da IELB;

 

10. Que a continuidade desse projeto seja avaliada pelo Congresso Nacional da LLLB a ser realizado em 2017.

 

Prof. Dr. Frederico Reis – LLLBH

Parecer da Comissão de Moções:

Favorável à aprovação da moção, com a seguinte redação dos propomos:

1. Que, a partir deste congresso, um dos projetos constantes, vise a divulgação, incentivo e implementação das atividades do programa de Educação Continuada na IELB e também a Educação Teológica por Extensão (ETE), bem como Bacharelado em Teologia pela Ulbra, nas modalidades presencial ou EaD.

 

2. Que o desenvolvimento desse projeto seja efetivado nos diversos espaços de representação presencial da Diretoria Nacional da LLLB e também fazendo uso das tecnologias de informação e comunicação virtual / impressa sob sua responsabilidade (site da LLLB, página no Mensageiro Luterano, etc);

 

3. Que a Diretoria Nacional da LLLB desenvolva esse projeto em parceria com as Vice-Presidências de Educação Cristã e de Ensino da IELB;

 

4. Que sejam feitas avaliações prévias a cada Congresso Nacional, sob responsabilidade da diretoria da LLLB, apresentando resultados e levando à análise do congresso.

 

MOÇÃO 4 – MUDANÇA NA COMPOSIÇÃO DA DIRETORIA NACIONAL

DA LIGA DE LEIGOS LUTERANOS DO BRASIL

 

Considerando:

 

13. Que o Estatuto da LLLB em seus Capítulos V e VI estabelece a atual composição da Diretoria Nacional da LLLB, bem como suas atribuições;

 

14. Que a Igreja Evangélica Luterana do Brasil – IELB adotou um novo modelo de composição da sua Diretoria Nacional, tendo sido eleitos pela primeira vez, na Convenção Nacional da IELB de 2014, 6 (seis) Vice-Presidentes para áreas específicas do trabalho da igreja: Administração, Ação Social, Comunicação, Educação Cristã, Ensino e Expansão Missionária;

 

15. Que a Juventude Evangélica Luterana do Brasil – JELB, em seu Congresso Nacional de janeiro de 2015, também aprovou uma mudança na composição do seu Conselho Geral, considerando que “é comum a prática de membros do Conselho Geral da JELB realizarem atividades focadas em áreas, não sendo tão congruentes aos cargos que ocupam” (citação retirada da moção apresentada ao Congresso Nacional da JELB – 2015);

 

16. Que a LLLB, em seu passado recente, tem trabalhado com projetos de auxílio financeiro com grande êxito, em parceria com diversas instituições e que, enquanto Organização Auxiliar Nacional da IELB também tem um importante papel a cumprir no processo de educação continuada dos leigos luteranos de todo o Brasil.

 

Propomos:

11. Que a Diretoria Nacional da LLLB seja formada por: a) Presidente; b) Vice-Presidente de Relações Institucionais (Ex-Vice-Presidente); c) Vice-Presidente de Comunicação (Ex-Secretário); d) Vice-Presidente de Educação (Ex-Vice-Secretário); e) Vice-Presidente de Administração (Ex-Tesoureiro); f) Vice-Presidente de Projetos (Ex-Vice-Tesoureiro); g) Dois Pastores Conselheiros;

 

12. Que a plenária do presente Congresso Nacional avalie se essa nova composição já poderá ser válida para a Diretoria Nacional da LLLB – Gestão 2015 / 2017, na medida em que a chapa eleita esteja apta a fazer as devidas adaptações, como já indicado no Propomos 1;

 

 

13. Que sejam feitas as seguintes alterações no Capítulo V do Estatuto da LLLB seguindo, inclusive, modelo adotado pela IELB e pela JELB no que se refere à representação da LLLB e ao caso de impedimento ou vaga em cargos:

 

Art. 20º – A Diretoria da LLLB será composta de Presidente, Vice-Presidente de Relações Institucionais, Vice-Presidente de Comunicação, Vice-Presidente de Educação, Vice-Presidente de Administração, Vice-Presidente de Projetos e dois Pastores Conselheiros.

Art. 21º – A LLLB será representada ativa e passivamente, judicial e extrajudicialmente, pelo Presidente, Vice-Presidente de Comunicação e Vice-Presidente de Administração, sempre em conjunto de no mínimo dois destes diretores.

Art. 23º – Em caso de impedimento ou vaga, cabe à Diretoria nomear substituto que irá ocupar o cargo até a realização do próximo Congresso Nacional.

14. Que sejam feitas as devidas alterações no Capítulo VI do Estatuto da LLLB, que trata das Atribuições da Diretoria, conforme o Anexo I da presente moção;

 

15. Que sejam feitas as devidas alterações no Regimento da LLLB, acompanhando as alterações do Estatuto.

 

Prof. Dr. Frederico Reis – LLLBH

 

Parecer da Comissão de Moções:

 

Favorável à aprovação da moção, com a seguinte redação dos propomos:

1. Que a Diretoria Nacional da LLLB seja formada por: a) Presidente; b) Vice-Presidente de Relações Institucionais (Ex-Vice-Presidente); c) Vice-Presidente de Comunicação (Ex-Secretário); d) Vice-Presidente de Educação (Ex-Vice-Secretário); e) Vice-Presidente de Administração (Ex-Tesoureiro); f) Vice-Presidente de Projetos (Ex-Vice-Tesoureiro); g) Dois Pastores Conselheiros;

 

2. Que a plenária do presente Congresso Nacional, aprove já para a gestão eleita neste congresso, a nova forma de administrar.

 

3. Que na inviabilidade de, a diretoria eleita neste congresso, assumir a nova forma de administrar, que esta entre em vigor para a gestão 2017/2019.

 

4. Que, para implemento legal da nova forma de administrar, sejam feitas as seguintes alterações no Capítulo V do Estatuto da LLLB seguindo, inclusive, modelo adotado pela IELB e pela JELB no que se refere à representação da LLLB e ao caso de impedimento ou vaga em cargos:

 

Art. 20º – A Diretoria da LLLB será composta de Presidente, Vice-Presidente de Relações Institucionais, Vice-Presidente de Comunicação, Vice-Presidente de Educação, Vice-Presidente de Administração, Vice-Presidente de Projetos e dois Pastores Conselheiros.

Art. 21º – A LLLB será representada ativa e passivamente, judicial e extrajudicialmente, pelo Presidente, Vice-Presidente de Comunicação e Vice-Presidente de Administração, sempre em conjunto de no mínimo dois destes diretores.

Art. 23º – Em caso de impedimento ou vaga, cabe à Diretoria nomear substituto que irá ocupar o cargo até a realização do próximo Congresso Nacional.

5. Que sejam feitas as devidas alterações no Capítulo VI do Estatuto da LLLB, que trata das Atribuições da Diretoria, conforme o Anexo I da presente moção;

 

 

6. Que sejam feitas as devidas alterações no Regimento da LLLB, acompanhando as alterações do Estatuto.

 

ANEXO I

Atribuições do Presidente:

a) Presidir os Congressos Nacionais e reuniões da Diretoria;

b) Zelar pela execução das resoluções emanadas do Congresso Nacional, das deliberações da Diretoria e do cumprimento do Estatuto e Regimento;

c) Convocar, oficialmente, os Congressos, dentro dos prazos estabelecidos;

d) Representar com o Vice-Presidente de Comunicação e/ou o Vice-Presidente de Administração, em conjunto, ou por outorga dos membros, a LLLB ativa e passiva, judicial e extrajudicialmente;

e) Assinar documentos contábeis, emitir e endossar cheques, abrir e movimentar contas bancárias, emitir e endossar notas promissórias e outros títulos de crédito, sempre em conjunto com o Vice-Presidente de Administração.

Atribuições do Vice-Presidente de Relações Institucionais:

a) Promover a interação da LLLB com diversas instituições internas e externas à IELB;

b) Fomentar o intercâmbio de projetos de trabalho da LLLB junto a organizações e instituições da IELB como LSLB, JELB, ANUL, ANEL, Editora Concórdia, Hora Luterana, dentre outros;

c) Divulgar, em conjunto com o Presidente, o trabalho da LLLB junto a Ligas de Leigos de outros países das Américas;

d) Incentivar a parceria para execução de trabalhos da LLLB em parceria com instituições internacionais.

Atribuições do Vice-Presidente de Comunicação:

a) Proceder à leitura dos documentos e lavrar as atas das reuniões da Diretoria nos Congressos Nacionais;

b) Assinar, com o Presidente, as atas das reuniões e Congresso;

c) Zelar pela exatidão e precisão do registro das resoluções dos Congressos e providenciar o acesso e eventuais consultas dos membros da LLLB;

d) Representar em conjunto com o Presidente e/ou o Vice-Presidente de Administração a LLLB ativa e passiva, judicial e extrajudicialmente;

e) Cumprir com as demais incumbências inerentes ao cargo.

Atribuições do Vice-Presidente de Educação:

a) Coordenar o desenvolvimento de projetos de trabalho relacionados à Educação e Educação Continuada dos leigos;

b) Incentivar os leigos à adesão e participação nos projetos de trabalho e nos programas institucionais da IELB de Educação Cristã e de Ensino, atuando em conjunto com as respectivas Vice-Presidências da IELB;

c) Trabalhar, em conjunto com o Vice-Presidente de Comunicação, na manutenção das tecnologias de informação e comunicação virtual e impressa, sob responsabilidade da Diretoria;

d) Incentivar a realização de encontros de formação e aperfeiçoamento da liderança leiga, em nível distrital, regional e/ou nacional.

Atribuições do Vice-Presidente de Administração:

a) Receber, registrar e administrar os recursos financeiros da LLLB;

b) Depositar e movimentar junto aos Bancos os fundos e demais recursos financeiros da LLLB, tendo para isto todos os poderes necessários para, em conjunto com o Presidente, emitir e endossar cheques, assinar recibos, dar quitação e praticar os demais atos necessários ao cumprimento de suas funções;

c) Apresentar em reuniões de Diretoria o balancete financeiro e publicar sobre a situação financeira da mesma;

d) Prestar contas ao Congresso Nacional da LLLB sobre a administração dos recursos financeiros da Liga aconselhados sobre a política financeira mais adequada para o equilíbrio das finanças da LLLB, solicitando medidas de ordem administrativa;

e) Representar em conjunto com o Presidente e/ou o Vice-Presidente de Comunicação a LLLB ativa e passiva, judicial e extrajudicialmente;

f) Fazer a aplicação das disponibilidades financeiras em papéis ou títulos de renda, após a aprovação da Diretoria.

Atribuições do Vice-Presidente de Projetos:

a) Coordenar o desenvolvimento de projetos de auxílio financeiro aprovados pelos Congressos Nacionais e/ou propostos pela Diretoria;

b) Incentivar os leigos à adesão e participação nos projetos de auxílio financeiro e nos programas institucionais da IELB de Expansão Missionária e de Ação Social, atuando em conjunto com as respectivas Vice-Presidências da IELB;

c) Trabalhar, em conjunto com o Vice-Presidente de Administração, no recebimento, registro e administração dos recursos financeiros dos projetos;

d) Apresentar relatório detalhado dos projetos para análise e avaliação da plenária do Congresso Nacional.

Atribuições do Conselho Pastoral:

a) Pronunciar-se sobre a matéria de assistência espiritual aos membros da Liga e orientar os interesses da mesma de tal modo a não ferir os princípios da Sagrada Escritura e da IELB.

Comissão de moções

Evair Siring

Ildo Hoffmann

Jarbas Hoffimann, Rev. (Coordenador)

Renato Blank

Novas Chapas e Programas da LLLB

FICHA DE INSCRIÇÃO DA CHAPA

 

Lema:

Slogan:

Distritos dos componentes: Sul I e Sul II.

 

Apresentação dos Componentes

Presidente: Samuel Antonio Neugebauer, médico, membro da CEL da Redenção, Distrito Sul I, Pelotas – RS.

Vice-Presidente: Darlan Buss Gowert, empresário, membro da CEL da Cruz, São Lourenço do Sul, Distrito Sul I, RS.

Secretario: Ronei Kluz, estoquista, membro da CEL Cristo Redentor, Distrito Sul I, Pelotas – RS.

2° Secretario: Luiz Carlos Philips, aposentado (trabalha atualmente com gestão), membro da CEL Cristo Redentor, Distrito Sul I, Pelotas – RS.

Tesoureiro: Gilson Zschornack, tesoureiro de Cooperativa, membro da CEL da Redenção, Distrito Sul I Pelotas – RS.

2° Tesoureiro: Renato Kopereck, empresário, membro da CEL da Redenção, Distrito Sul I – RS.

Conselho Fiscal: Claudomiro Reichow, agricultor, membro da CEL Concórdia (Três Pontes), Distrito Sul II Canguçu – RS.

Conselho Fiscal: Éder Zarnott Strelow, orientador agrícola, membro da CEL São Paulo (Capão Bonito), Distrito Sul II, Canguçu – RS.

Conselho Fiscal: Jaime Laércio Schellin Protzen, Instrutor de produção de fumo, membro da CEL São Paulo (Campos Quevedos), Distrito Sul II, São Lourenço do Sul – RS.

Pastor Conselheiro: Rev. Adelar Munieweg, Congregação Cristo Redentor e Capelania Hospitalar, Distrito Sul I, Pelotas – RS.

Pastor Conselheiro: Rev. Clóvis Renato Leitzke Blank, Congregação São João, Distrito Sul II, Canguçu – RS.

 

 

FICHA DE INSCRIÇÃO DA CHAPA

Lema: Leigos, com Jesus Marchai!

 

Slogan:

 

“Reconstruindo a identidade e a ação dos Leigos na IELB”

 

Distritos dos componentes: Capixaba, Rio Doce, Verdes Vales e Mineiro.

Apresentação dos Componentes

Presidente: Wilmar Eller, casado, empresário, residente à Av. Alziro Zarur, 456, apto. 304, Jardim da Penha, Vitória – ES, CEP 29.060-350. Atividades desenvolvidas: Membro da CEL Paz de Vila Velha – ES, Ex-Presidente de PEL Redentor de Vitória – ES, Representante Leigo em Convenção Nacional, Ex-Secretário do Distrito Capixaba – DISCA, Fundador e Ex-Presidente da Liga de Leigos Paz de Vila Velha – ES, Ex-Representante do FAPI do DISCA, Atual Coordenador Distrital da AAF (Assessoria de Administração e Finanças) do DISCA, Atual Tesoureiro Nacional da LLLB. Contatos: (27) 99615-5850. E-mail: wilmareller@terra.com.br

Vice – Presidente: Luiz Salino Uhlig, casado, matemático financeiro aposentado, residente à Rua São Jorge, 51, Itacibá, Cariacica – ES, CEP 29.150-140. Atividades desenvolvidas: Membro da CEL Bom Pastor de Itacibá, Cariacica – ES, Ex-Tesoureiro da LLLB – Sudeste, Ex-Presidente da LLLB – Distrito Capixaba, Ex-Líder Leigo do Distrito Capixaba, Atual Presidente Nacional da LLLB. Contatos: (27) 99764-8060. E-mail: luizuhlig@yahoo.com.br

Secretário: Leonardo Zancheta Vieira, casado, vendedor, residente à Rua Lavrador José B. Silva, 156, Cond. Viver Serra, Ed. Hortência, 1011, Jardim Limoeiro, Serra – ES, CEP: 29164-095. Atividades desenvolvidas: Membro da CEL São Marcos de Barcelona, Serra – ES, Ex-Conselheiro Fiscal da CEL São Lucas de São Silvano de Colatina – ES, Atual Secretário de Comunicação da LLLB Sudeste e Gestor do site oficial e das redes sociais da LLLB. Contatos: (27) 98837-0579. E-mail: mkidzv@gmail.com

2° Secretário: Frederico da Silva Reis, casado, professor universitário (Mestrado pela UFRJ, Doutorado pela UNICAMP e Pós-Doutorado pela California State University Sacramento – USA, na área de Matemática), residente à Rua Profa. Bartira Mourão, 517/202, Buritis, Belo Horizonte – MG, CEP 30.492-025. Atividades desenvolvidas: Membro da CEL Bom Pastor de Belo Horizonte – MG; Ex-Presidente da JELB, Ex-Secretário e Presidente Congregacional; Ex-Presidente da LLLBH, Ex-Presidente Distrital da LLLB / Distrito Mineiro – DIMI, Ex-Representante Distrital da LLLB; Ex-Coordenador do Departamento de Ensino da IELB; Atual Vice-Secretário da LLLB Regional Sudeste; Atual Líder Leigo do DIMI, Atual Presidente do Conselho Diretor da IELB. Contatos: (31) 8803-2288. E-mail: fredsilvareis@yahoo.com.br

Tesoureiro: Helvídio Carlos Penitente, casado, empresário, residente à Rua Niterói, 65, Ed. Senna, Apto. 102, Itapoã, Vila Velha – ES, Cep: 29.101-590. Atividades desenvolvidas: Membro da CEL Paz de Vila velha – ES, Membro do Coral PAZ, Atual Tesoureiro da Liga de Leigos Paz de Vila Velha – ES, Colaborador do Grupo de Apoio à 3ª Idade, Conselheiro da Associação Luterana de Assistência Social – ALAS, Ex- Conselheiro Fiscal da LLLB do Distrito Capixaba, Atual Presidente da LLLB do Distrito Capixaba. Contatos: (27) 98802-0279. E-mail: helvidio@vitel-es.com.br

2° Tesoureiro: Juliano Schneider Belz, casado, administrador, residente à Rua Josélio Cézar de Andrade, 421, Honório Fraga, Colatina – ES, CEP 29.704-600. . Atividades desenvolvidas: Membro da CEL Jesus Senhor de Honório Fraga, Colatina – ES, Ex-Secretário da LLLB do Distrito Capixaba – DISCA, Ex- Coordenador Distrital da AAF (Assessoria de Administração e Finanças) do DISCA, Ex-Vice Líder Leigo do Distrito Rio Doce, Atual Presidente da PEL Jesus Senhor de Honório Fraga de Colatina – ES, Atual Presidente da LLLB Sudeste, Atual Secretário Nacional da LLLB. Contatos: (27) 98145-9451. E-mail: belz.juliano@gmail.com

Conselho Fiscal: Alexandre Bossi Queiroz, casado, professor universitário (Mestrado e Doutorado pela Universidade de Zaragoza – Espanha, na área de Contabilidade e Finanças) e servidor público concursado, residente à Rua Frei Manoel da Cruz, Jaraguá, Belo Horizonte – MG, CEP 31.270-300. Atividades desenvolvidas: Membro da CEL Bom Pastor de Belo Horizonte – MG, Ex-Presidente da Associação Beneficente Luterana Bom Pastor, Ex-Vice-Presidente da CEL Bom Pastor, Atual Conselheiro Fiscal da CEL Bom Pastor. Outras atividades: Membro do Conselho Fiscal da Associação dos Servidores do Legislativo Mineiro, Membro do Conselho Regional de Contabilidade de Minas Gerais. Contatos: (31) 8882-7454. E-mail: alexandre.bossi@gmail.com

Conselho Fiscal: Ademir Remi Machado, casado, aposentado, residente à Rua 15 de Novembro, 57, Campo Grande, Cariacica – ES, CEP 29.146-270. Atividades desenvolvidas: Membro da CEL Esperança de Campo Grande, Cariacica – ES, Atual Conselheiro da Associação Luterana de Assistência Social – ALAS, Atual Tesoureiro da LLLB do Distrito Capixaba, Atual Conselheiro Fiscal Nacional da LLLB. Contatos (27) 9843-2178. E-mail: ademirremi@hotmail.com

Conselho Fiscal: Raimundo Nonato, casado, aposentado, residente à Rua Aurora, 92/401, Glória, Vila Velha – ES, CEP 29.122-280. Atividades desenvolvidas: Membro da CEL Paz de Vila Velha – ES, Ex-Diretor da CEL Paz e do Distrito Capixaba, Atual Vice-Tesoureiro Nacional da LLLB. Contatos (27) 9896-1265. E-mail: azevedononato@gmail.com

Pastor Conselheiro: Rev. Eduvino Krause Filho, casado, residente à Rua Augusto Goese, s/n, Ponto Alto, Domingos Martins – ES, CEP 29.260-000. Atividades desenvolvidas: Formado em Teologia em 1975 pelo Seminário Concórdia de Porto Alegre – RS, Pós-Graduado em Ética, Cidadania e Subjetividade em 2006 pela EST-RS, Ex-Presidente da Fhasdomar entre 1997-2000 (Hospital Filantrópico Domingos Martins – ES), Atual Pastor em Ponto Alto, Domingos Martins – ES, estando nesta paróquia desde 1976. Ex-Conselheiro Distrital por 3 mandatos, Ex-Conselheiro de Departamentos da Igreja, Atual Pastor Conselheiro Nacional da LLLB. Contatos: (27) 99868-8638. E-mail: ekrausefilho@yahoo.com.br

Pastor Conselheiro: Rev. Leonidio Schulz Görl, casado, residente à Rua Colatino Barroso, 41, Caratoíra, Vitória – ES, CEP 29.025-675. Atividades desenvolvidas: Formado em Teologia em 1999 pelo Instituto Concórdia de São Paulo – SP. Ex-Pastor em Campo Grande – MS por 12 anos, Atual Pastor da CEL Redentor de Vitória – ES, Ex-Conselheiro Nacional da JELB entre 2013-2015. Atual Representante do PEM, Conselheiro das Servas e Conselheiro da ANUL do Distrito Capixaba. Contatos: (27) 99624-9989. E-mail: leonidiogorl@hotmail.com

 

 

 

 

 

PROGRAMA DE TRABALHO

 

(nominata da chapa de acordo com a nova composição proposta pela Moção 4) Chapa Leigos, com Jesus marchai!

 

“Reconstruindo a identidade e a ação dos Leigos na IELB”

 

Diretoria Nacional da LLLB – Gestão 2015 / 2017

 

Presidente

Wilmar Eller (Vila Velha – ES)

Vice-Presidente (ou Vice-Presidente de Relações Institucionais)

Luiz Salimo Uhlig (Cariacica – ES)

Secretário (ou Vice-Presidente de Comunicação)

Leonardo Zancheta Vieira (Serra – ES)

Vice-Secretário (ou Vice-Presidente de Educação)

Frederico da Silva Reis (Belo Horizonte – MG)

Tesoureiro (ou Vice-Presidente de Administração)

Helvídio Carlos Penitente (Vila Velha – ES)

Vice-Tesoureiro (ou Vice-Presidente de Projetos)

Juliano Schneider Belz (Colatina – ES)

Conselho Fiscal: Alexandre Bossi Queiroz (Belo Horizonte – MG)

Ademir Remi Machado (Cariacica – ES)

Raimundo Nonato (Vila Velha – ES)

Pastores Conselheiros: Rev. Eduvino Krause Filho (Ponto Alto – Domingos Martins – ES)

Rev. Leonídio Schulz Gorl (Vitória – ES)

Proposta de Trabalho

Considerando os objetivos estatutários da LLLB, nossa proposta está construída a partir de 12 metas de trabalho & ações práticas balizadoras para a atuação da Diretoria Nacional da LLLB – Gestão 2015 / 2017.

 

Metas de Trabalho:

 

M1) Estimular a criação de novas ligas congregacionais e o desenvolvimento das ligas já existentes.

Ações Práticas: Elaboração de materiais / textos de orientação para a implementação e desenvolvimento do trabalho de uma liga de leigos, incluindo diversos exemplos práticos de atividades e projetos; Estímulo ao “apadrinhamento” de novas ligas por ligas já consolidadas, bem como à filiação de todas as ligas ainda não filiadas, que assim receberão da Diretoria Nacional da LLLB, um certificado de filiação à LLLB.

 

M2) Estreitar o trabalho da Diretoria Nacional da LLLB com todos os distritos da IELB.

Ações Práticas: Participação em todos os Congressos Distritais, a partir da elaboração de uma agenda consolidada nacionalmente, bem como estímulo à realização de congressos em distritos nos quais porventura, o trabalho de leigos ainda não esteja organizado; Incentivo à elaboração de projetos distritais específicos e/ou complementares aos projetos nacionais da LLLB, divulgando trabalhos bem sucedidos distritalmente como o Projeto Neemias (Construção de novos templos – DIESNORTE / LLLB), etc.

 

M3) Apoiar as diretorias regionais estabelecidas e a criação de novas estruturas regionais.

Ações Práticas: Participação em todos os Eventos Regionais (Congressos, Simpósios, etc), a partir da elaboração de uma agenda concomitante com os eventos distritais e nacionais; Realização de reuniões com leigos e pastores que já manifestaram interesse em se organizarem

regionalmente (Paraná, Rondônia, Santa Catarina, etc), compartilhando modelos de organização e eventos realizados por regionais já estabelecidas.

M4) Inovar o estilo e o modelo de representação da Diretoria da LLLB nos congressos de leigos e eventos nacionais da IELB.

Ações Práticas: Treinamento da Diretoria Nacional da LLLB para uma representação em congressos que contemple uma exposição objetiva das metas e projetos da LLLB, estimule os leigos a assumirem um novo papel na ação missionária da IELB e que culmine na elaboração de um relatório consolidado de representação contendo os dados e projetos relevantes dos eventos distritais / regionais para ampla divulgação e intercâmbio; Participação ativa e propositiva da Diretoria Nacional da LLLB no Departamento de Administração do Conselho Diretor da IELB, contribuindo para o engajamento dos leigos em todos os projetos nacionais da IELB ligados à administração e mordomia cristã.

 

M5) Utilizar diversas tecnologias de informação e comunicação para manter os leigos conectados em todas as ações da LLLB.

Ações Práticas: Transformação do site da LLLB num portal (com acesso aos sites da IELB, LSLB, JELB, HL, etc) de informação e comunicação dos leigos, contendo uma agenda integrada de congressos e eventos distritais, regionais e nacionais, uma listagem atualizada de todas as ligas filiadas, um calendário de notícias e saudações de datas especiais, um cadastro de contatos de diretores e pastores conselheiros distritais, regionais e nacionais, uma série de estudos temáticos e mensagens especiais elaboradas pelos diversos integrantes da Diretoria Nacional da LLLB; Criação de um fórum de discussão no site e de um grupo de WhatsApp formado por diretores e pastores conselheiros distritais, regionais e nacionais, objetivando uma comunicação rápida e direta entre toda a LLLB.

 

M6) Elaborar estudos temáticos que abordem assuntos inovadores e desafiadores para os leigos da IELB.

Ações Práticas: Elaboração de estudos sobre temas como: O exercício da função sacerdotal dos leigos, O posicionamento cristão frente a questões como células tronco e afins, A ação política dos cristãos, Ética cristã na ecologia, Influências da Internet na vida e relações familiares, etc; Ampla divulgação dos estudos temáticos por meios virtuais e impressos sob responsabilidade da Diretoria Nacional da LLLB e também por meios de comunicação da IELB como o Mensageiro Luterano, a Rádio Cristo para Todos, etc.

M7) Desenvolver diversos projetos de trabalho relacionados à educação cristã continuada e à atuação missionária dos leigos.

Ações Práticas: Divulgação das diversas atividades de ensino teológico, educação cristã e expansão missionária pela IELB que possam envolver os leigos, contribuindo para sua formação teológica e visando sua atuação nas atividades de evangelismo congregacional planejado, em parceria com os pastores; Incentivo à realização de eventos como fóruns e simpósios distritais e/ou regionais de educação e missão, contribuindo não só com sua divulgação como também participando com representações e palestras.

 

M8) Aproveitar as múltiplas vocações dos leigos no trabalho voluntariado e na ação social de nossa Igreja na sociedade em que ela se insere.

Ações Práticas: Exposição das diversas possibilidades de voluntariado e de ação social individual e/ou coletiva das congregações; Incentivo ao engajamento dos leigos em projetos de ação social da IELB a partir do FAPI e/ou do trabalho de diversas entidades sociais já estabelecidas.

 

M9) Divulgar os diversos projetos de auxílio financeiro aprovados em Congresso Nacional e/ou desenvolvidos pela Diretoria Nacional da LLLB.

Ações Práticas: Apresentação detalhada dos projetos de auxílio financeiro de portes nacional e internacional, aprovados em Congresso Nacional, nos diversos momentos de representação da Diretoria Nacional da LLLB e a partir das mídias virtuais e impressas, visando a adesão e o apoio de cada vez mais leigos em todo o Brasil, independentemente de estarem ou não organizados em ligas e/ou distritos; Atuação da Diretoria Nacional da LLLB em conjunto com a Diretoria Nacional da IELB, Seminário Concórdia, Conselho Diretor, Hora Luterana, Editora Concórdia, dentre outros, para a elaboração de novos projetos de auxílio financeiro de portes nacional e internacional a serem desenvolvidos pelas próximas Diretorias Nacionais da LLLB.

 

M10) Manter e ampliar o apoio à Educação Teológica a partir de bolsas para a formação de pastores para a IELB.

Ações Práticas: Rediscussão e redefinição do modelo de ofertas das ligas e distritos para a LLLB, envolvendo leigos, diretorias e pastores conselheiros, visando uma reversão do quadro decrescente das ofertas verificado nos últimos anos; Indicação e orientação a todos os leigos da importância de ofertas regulares para que a Diretoria Nacional da LLLB possa não só manter, mas ampliar seus diversos projetos e áreas de ação.

 

M11) Fomentar a integração e o diálogo permanente com organizações e instituições internas e externas à IELB.

Ações Práticas: Participação em congressos nacionais da LSLB, JELB, ANUL e ANEL e realização de reuniões virtuais de diretorias em conjunto, buscando compartilhar ideias e práticas das diversas organizações auxiliares da IELB; Participação em congressos internacionais de leigos das Américas do Sul (Argentina, Paraguai, etc) e do Norte (Estados Unidos da América), visando a divulgação dos projetos de trabalho da LLLB bem como uma troca de experiências em contextos diversificados de organização dos leigos.

 

M12) Planejar e realizar o 22º Congresso Nacional da LLLB em 2017.

Ações Práticas: Desafio a diversos leigos e pastores de todo o Brasil, organizados em ligas e/ou distritos, a sediarem e organizarem localmente o congresso, com a maior antecedência possível; Realização de um planejamento contínuo para a organização de um Congresso Nacional da LLLB cada vez maior e mais significativo para todos os participantes.

Por fim, manifestamos nosso apoio à nova composição da Diretoria Nacional da LLLB proposta na Moção 4, por acreditarmos que ela propiciará um trabalho focado dos diretores e, principalmente, em conjunto com os diversos Vice-Presidentes da Diretoria Nacional da IELB a partir dos alvos globais e sinodais do Planejamento IELB 2014 / 2018, especialmente naqueles que se referem a possibilidades de trabalho envolvendo os leigos luteranos de todo o Brasil: “Não morrerei; antes viverei e contarei as obras do Senhor!” (Sl 118.17)

Como diz nosso lema, precisamos reconstruir uma nova identidade e uma nova ação dos Leigos na IELB. E isso só será possível se entendermos que a missão que Deus nos confiou exige de todos nós uma postura ativa na comunicação plena do evangelho da salvação, postura esta que se inicia em nossa vida de testemunho e se consolida na nossa prática do sacerdócio universal!

Por isso, convocamos a todos vocês, leigos luteranos de todo o Brasil:

Leigos, com Jesus marchai!

“Reconstruindo a identidade e a ação dos Leigos na IELB

Agenda do XXI Congresso Nacional da LLLB

IGREJA EVANGÉLICA LUTERANA DO BRASIL

 

21º Congresso Nacional da LLLB – 27 a 30 de agosto de 2015

 

“Juntos somos mais a partir da graça de Deus”

Local: “SESC – Guarapari – ES

 

QUINTA (27/08):

14h00 – Recepção aos congressistas – Inscrições

18h00 – Jantar

20h00 – Culto de abertura do 21º Congresso Nacional LLLB – Entrada dos estandartes ( Banda Criados Por Cristo, Quarteto Paz e Coral Paz – Vila Velha/ES )

21h30 – Momento cívico

22h30 – Encerramentos das atividades

 

SEXTA (28/08):

07h00 – Café.

08h10 – Louvor ( Banda Novo Ser – São Gabriel da Palha/ES )

08h20 – Devocional – Leigos do Distrito Lago Itaipu – Tema: "Eis-me aqui Senhor, disponível para o teu serviço" I Pe 2.5,9

08h40 – Palavra do Presidente da LLLB – Liga de Leigos Luteranos do Brasil

08h50 – Editora Concórdia

09h00 – Filiação das Ligas

09h10 – Apresentação das comissões

09h20 – Intervalo

09h40 – Palestra: Juntos Somos Mais no testemunho a partir da graça de Deus – Rev. Mario Fukue – Pastor em São Paulo.

11h00 – Seminário Concórdia

11h30 – ALAS

11h40 – Louvor ( Banda Novo Ser – São Gabriel da Palha/ES ).

12h00 – Almoço

13h30 – Louvor ( Banda Novo Ser – São Gabriel da Palha/ES ).

13h40 – Moções

14h35 – Leigos Estrangeiros

14h50 – Comissão eleitoral

15h00 – Sociedade Bíblica do Brasil

15h10 – Liga de Servas Luteranas do Brasil

15h20 – Hora Luterana – Momento de Testemunho – distribuição de literatura da Hora Luterana

17h00 – Livre

18h00 – Janta

19h45 – Louvor ( Banda Novo Ser – São Gabriel da Palha/ES ).

20h00 – Palestra “Juntos somos mais no serviço a partir da Graça de Deus – Rev. Mário Lehenbauer – Pastor em Cariacica, Bela Aurora – ES

21h20 – Momento Especial + Testemunho dos Leigos do Distrito Espírito Santo Norte

21h40 – Leitura da ata

22h00 – Encerramento das Atividades

SÁBADO (29/08):

07h00 – Café

08h10 – Louvor ( Banda Limine – Colatina/ES )

08h20 – Devocional – Leigos do Distrito Espírito Santo Norte – Tema: "Renovemos a parceria entre leigos e pastores" Ef 4.11,12

08h40 – Comissão de eventos

08h50 – Juventude Evangélica Luterana do Brasil

09h10 – Intervalo

09h30 – Palestra “Juntos somos mais no trabalho a partir da Graça de Deus – Dr. Frederico Reis – Presidente do Conselho Diretor

10h50 – Momento Especial + Testemunho Hora Luterana (Capelania)

11h20 – Louvor ( Banda Limine – Colatina/ES )

11h30 – Almoço

13h00 – Livre – Passeios

18h30 – Janta

19h45 – Louvor ( Banda Limine – Colatina/ES )

19h55 – Comissão eleitoral apresentação e palavra da diretoria eleita

20h10 – Palavra da diretoria da IELB

20h30 – Leitura da ata

20h40 – Noite Cultural

22h30 – Encerramento das atividades

 

DOMINGO (30/08):

07h00 – Café

08h30 – Louvor – ( Grupo Nova Vida – Domingos Martins/ES ). Encontro com oficiantes e auxiliares do Culto de Encerramento.

09h00 – Diversos

09h30 – Culto de encerramento do XXI Congresso Nacional da LLLB com instalação da nova Diretoria Nacional da LLLB ( Grupo Nova Vida – Domingos Martins/ES e Coral Esperança – Cariacica/ES ).

12h00 – Almoço

DEVOCIONAIS

1 – "Eis-me aqui Senhor, disponível para o teu serviço" I Pe 2.5,9;

(Subsídios: aspectos doutrinários e fundamentação sobre a vocação do cristão I Sm 3.1-10; At 9.10.).

2 – "Renovemos a parceria entre leigos e pastores" Ef 4.11,12.

(aspectos práticos. Subsídios: p.p. 19 ss, Os leigos da minha Igreja, L. Heimannn).